Começou por ser apenas uma página humorística no Facebook mas, rapidamente, “ganhou vida” e extrapolou esta rede social. Hoje “Cansei de ser gato” é um projeto multiplataforma de sucesso comprovado.
Um estudo revela que a população brasileira utiliza a criação de pequenos negócios como uma forma de colmatar a falta de emprego no país.
Os empreendedores brasileiros não param de surpreender. Dois irmãos criaram vestiários para os “ciclistas de cidade” mudarem de roupa antes de irem trabalhar.
Entrevista/ “Quero investir em start-ups portuguesas”
Maurizio Calcopietro é um investidor brasileiro que integra o Curitiba Angels- Investimentos, no Brasil. Aproveitou o Web Summit para visitar Lisboa e conhecer o ecossistema nacional de start-ups. Ao Link to Leaders confidenciou estar à procura de projetos portugueses inovadores.
Uma aplicação mobile está a ajudar os residentes das favelas do Rio de Janeiro a manterem-se longe de tiroteios. A informação que suporta a app é conseguida através de crowdsourcing da comunidade carioca.
Um casal de empreendedores brasileiros criou uma plataforma que oferece descontos de 50% a quem chegar cedo ao restaurante. O projeto está a funcionar no Brasil.
A GuiaBolso, uma aplicação mobile de serviços financeiros, recebeu um investimento repartido por seis fundos.
Mostrar às empresas que a experimentação dos produtos era a melhor forma de conquistar os clientes foi o ponto de partida da start-up brasileira Samplify, uma plataforma de distribuição de amostras de bens de consumo no retalho.
A Rappi, uma app colombiana que disponibiliza um assistente pessoal permanente, está a revolucionar a vida dos habitantes da Colômbia, México e Brasil. Em 18 meses, recebeu apoio do Y Combinator e da Sequoia Capital, opera em três países e duplicou o negócio a cada trimestre.
Cabify lança serviço de táxi aéreo em São Paulo, numa parceria com a start-up de serviços de helicóptero Voom, a pensar no mercado empresarial.
Sofia Esteves, filha de emigrantes de poucas posses, trabalhou para conseguir estudar. No seu primeiro emprego deram-lhe a antiga casa de banho como escritório. No segundo, um conflito ético fê-la optar por se demitir e por começar o seu próprio negócio de consultoria de RH, hoje com faturação de 8 milhões de euros.
As mulheres superam os homens na criação de novos negócios, mas quando se tratam de negócios já estabelecidos a presença é inferior à do sexo masculino, conclui um estudo brasileiro.















