O desafio que estamos todos a viver parece impor-nos a necessidade de reinvenção! Embarcámos num processo de transformação que ultrapassa as empresas e a sociedade, e a esta distância até nós próprios. Nunca a tecnologia esteve tão presente nas nossas vidas, e nunca estivemos tão dependentes dela, inclusivamente para “viver” com alguma “normalidade”.
Oito entidades da região Norte formaram uma aliança tecnológica para gerar novos produtos na área da saúde. Numa segunda fase, podem avançar para o setor industrial.
Começaram ontem as candidaturas para a terceira edição do Programa GO MARKET, o acelerador de negócios inovadores no cluster agroalimentar e logística.
O Health Cluster Portugal lançou ontem uma marca e identidade para o setor da saúde: a Health Portugal.
O cenário de incerteza sanitária e económica está a adiar investimentos em inovação, segundo o estudo da Expense Reduction Analysts.
São 15 os países que se juntaram para assinar a ScanBalt Declaration. Portugal está representado pelo Health Cluster.
As recentes medidas de combate à segunda vaga da pandemia não deixarão de constituir um travão adicional à atividade, por um período que ainda não é possível determinar, sobretudo nos setores mais expostos aos seus efeitos: comércio, restauração e alojamento e cultura. Acresce que, com muitos países europeus a regressar a situações de confinamento, as exportações de mercadorias, que estavam a recuperar razoavelmente, contribuindo para a retoma, irão certamente ressentir-se.
Foi constituída há 15 anos e desenvolve tecnologias digitais para bancos e credit unions. Passou de cinco funcionários a mais de 500, de um escritório no Porto a seis centros de desenvolvimento em Portugal. Em 2020, nem a pandemia deteve a ITSector. Falámos com Renato Oliveira, CEO da fintech, sobre os desafios dos últimos meses e os planos para o futuro.
A marca é holandesa, vende acessórios de gama alta para mulheres e está à procura de fornecedores e fabricantes de “couro/pele” vegetal.
A maioria dos espanhóis tem uma maior predisposição ao risco ao investir em fundos de investimento, de acordo com o último Observatório Inverco, que indica ainda que a bolsa continua a ser a opção preferida.
A ronda de financiamento traduz-se num investimento de 4,5 milhões de euros e vai permitir reforçar o desenvolvimento de produto da empresa e o seu crescimento internacional.
O GIRO 2.0 é a nova versão da ferramenta de responsabilidade social que o GRACE passou a usar para responder às necessidades da economia social.

















