As start-ups portuguesas nascem, quase todas, em Lisboa e no Porto. Mas a localização deixou de ser uma sentença. Com trabalho distribuído e uma procura de emprego assistida por inteligência artificial, o talento que costumava escapar às empresas do interior e das cidades médias passou a estar ao seu alcance. Basta deixar de tratar a morada como destino.
O risco está a deixar de ser apenas um travão à decisão para assumir um papel mais estratégico no crescimento das empresas. O "Risk Management Survey 2026", da Coface, mostra que esta mudança já está em curso e identifica novas oportunidades também para o mercado português.
Há alguns meses, sentei-me no meu café favorito em Alcácer do Sal a lutar com uma garrafa de água, cuja tampa se recusava a sair. Eu não a tinha partido, mas sabia por experiência própria que foi desenhada assim.
Lançada em junho de 2026 e incubada na StartUp Torres Novas, a Adjunto criou uma plataforma que reúne, num único sistema, a gestão desportiva e administrativa dos clubes de futebol. Fundada por João Luz, Filipe Rito e Davide Lourenço, a start-up quer substituir processos ainda muito dependentes de papel, folhas de Excel e grupos de WhatsApp e tornar-se numa ferramenta de referência para o setor em Portugal.
Start-ups, PME, engenheiros, investigadores e estudantes são desafiados a desenvolver soluções para sistemas autónomos aplicados à defesa. A edição portuguesa do EUDIS Defence Hackathon decorre entre 15 e 17 de outubro e conta com a TEKEVER como patrocinador principal.
O Ring One é um anel inteligente com múltiplas funcionalidades. Monitorizar indicadores de saúde e fazer pagamentos por aproximação são duas das muitas potencialidades. Está na plataforma Indiegogo para captar investimento.
O novo ciclo de encontros do TEDxPorto arranca no dia 2 de setembro. “Para além da cultura” é o tema da iniciativa que contará com a participação do músico Pedro Abrunhosa e do gestor cultural Daniel Pires.
Há uma ideia que atravessa silenciosamente muitas organizações. Não aparece nos relatórios anuais, não consta dos modelos de avaliação de desempenho nem faz parte dos programas de formação de liderança. Mas está presente no quotidiano de milhares de profissionais. A ideia de que um bom profissional consegue deixar a sua vida pessoal à porta da empresa.
“As soluções técnicas existem, o conhecimento existe, os profissionais também. O que falta é vontade de transformar esse conhecimento em decisão. Preparar um país para um grande sismo exige visão de longo prazo e coragem para investir hoje naquilo que pode proteger vidas e a economia amanhã”, afirma Paulo Pimenta, Manager da Pretensa – Inovação em Engenharia.
Setembro traz o regresso às rotinas, mas também uma oportunidade para redefinir prioridades e preparar os últimos meses do ano. O Clan identifica cinco estratégias para ajudar empresas a promover uma rentrée mais organizada, com foco no bem-estar, na comunicação e no desenvolvimento das equipas.
Programa de aceleração é gratuito, decorre entre setembro e novembro e oferece mentoria especializada, contacto com investidores, apoio financeiro, incubação e acesso à Web Summit. Candidaturas estão abertas até 3 de setembro.
De 25 a 30 de outubro, Leiria vai receber mais uma edição do NEXXT, um evento dedicado à inovação, talento e criatividade.
















