A utilização de inteligência artificial no trabalho disparou em Portugal, passando de 65% em 2025 para 84% este ano. Um estudo da Cegid mostra ainda que 44% dos profissionais já recorrem à tecnologia para apoiar decisões importantes.
Este não é o momento certo. Provavelmente nunca será. Há uma frase silenciosa que acompanha muitas pessoas durante anos: “Ainda não é o momento.”
Entre o Douro, os dias em família e as caminhadas junto ao mar, Bruno Taveira, Country Lead na Becton Dickinson Portugal, encontra nas férias o espaço para abrandar e recuperar energia. Fora do escritório, fala sobre a importância de confiar nas equipas, de manter o foco no longo prazo e sobre o impacto crescente da inteligência artificial na forma como trabalhamos, aprendemos e tomamos decisões.
Setembro aproxima-se a passos largos e representa um novo desafio para o orçamento das famílias devido às despesas associadas ao regresso às aulas. O ISCAL sugere algumas dicas para uma gestão mais eficaz.
Este mês, os negócios foram da indústria da alimentação saudável, até ao setor dos transportes. A GoldNutrition passou a integrar o portefólio da Equanto e a espanhola Barquín y Otxoa integra o grupo Paulo Duarte.
Há uma coisa que aprendi a olhar de forma diferente desde que construo uma empresa que passa o dia a ler estruturas societárias ibéricas: a forma como uma empresa está organizada conta uma história que os números, sozinhos, não contam.
"Portugal ajuda-nos aqui mais do que habitualmente se reconhece e uma das razões está na base de engenharia do país. A IA aplicada a decisões de negócio é, na sua essência, um trabalho de engenharia: formular o problema, modelá-lo, construir software que corre em produção e medir o resultado", afirma Luís Guimarães, cofundador da LTPlabs.
A 1.ª edição do Programa de Capacitação Stand4Excellence é uma iniciativa orientada para o desenvolvimento de competências em áreas estratégicas para a competitividade, inovação e transformação das organizações.
Nos últimos meses, o debate sobre a possibilidade de estarmos em uma bolha de inteligência artificial intensificou-se. Embora circulem muitos equívocos e interpretações distorcidas de dados, há argumentos sólidos e convincentes em ambos os lados.
A DB Cargo, subsidiária de transporte ferroviário de mercadorias da Deutsche Bahn, vai concentrar as suas principais operações na Europa Central e quer vender a operação britânica a um investidor com capacidade de investimento e o foco estratégico para desenvolver o negócio.
Um manual executivo para estratégia, segurança e transformação responsável é a proposta deste livro escrito por Rui Ribeiro. Não sobrevalorizar o futuro quântico, mas também não nos prepararmos de forma insuficiente para ele, é a ideia central.

















