Início Artigos de Pedro Celeste (Página 5)
Pedro Celeste

Pedro Celeste

Doutorado em Gestão pela Universidade Complutense de Madrid. Diplomado por Harvard Business School, INSEAD, MIT Management Sloan Management London Business School, Imperial College of London University of Virginia, Wharton School, Kellogg School of Management de Chicago e IESE Business School. Na Católica Lisbon School of Business & Economics é Diretor do Programa Avançado de Gestão para Executivos, da Pós Graduação em Marketing e Inovação, Sales Management and Brand Impact, Leading Pharma,  Programa Avançado em Gestão do Turismo e diversos cursos empresariais. Diretor Geral da PCA – Marketing & Sales Strategies e Membro do IMD World Competitiveness Center. Autor dos livros Marketing Performance, Estratégias de Marketing – Coletânea de Casos Portugueses e Comunicación Empresarial e do blogue Marketing Thoughts.

Marketing e Inteligência Artificial: inimigos ou parceiros?

A Inteligência Artificial trará, num futuro próximo, um contributo extremamente valioso ao crescimento da qualidade de trabalho exercida pelos gestores de marketing e pode contribuir para um significativo crescimento do volume de negócios em muitos mercados, através da criação de sinergias, a diversos níveis.

(Re)aprender a experiência do cliente

Um estudo recente junto de consumidores que tomaram contacto virtual com a experimentação de um produto revela que 40% dos mesmos compraram o item online e 29% fizeram-no em loja. São registos demasiado importantes para serem ocultados no que diz respeito à importância do contacto virtual com a realidade aumentada na interação com clientes.

Inteligência Artificial cada vez mais Real

A evolução da inteligência artificial tem permitido que um conjunto de marcas e empresas ajustem novas possibilidades de utilizar estratégias baseadas em dados para fidelizar os seus clientes, de uma forma cada vez mais customizada.

Tecnologia e marketing: dos silos à estratégia

Nem sempre é clara a relação entre a tecnologia e o desempenho profissional. Se, em muitos casos, o ambiente tecnológico dentro da empresa difere de departamento para departamento, por outro lado, a dependência total da tecnologia por parte dos seus profissionais, encerra, em si mesma, limitações que se podem revelar nefastas.

A competitividade toca a todos

Quinze anos depois de ter investido de forma muito significativa no negócio do streaming, a Netflix espera perder cerca de 2 milhões de clientes nos próximos meses, sobretudo devido à competitividade intensa que o setor do entretenimento vai conhecendo, aliada a uma decisão tática de aumento dos preços em cenários que se preveem inflacionistas. E é a primeira vez na última década que tal facto acontece, com a empresa a perder cerca de 68% do seu valor de mercado em bolsa desde o início de 2022.

Sustentabilidade: a nova normativa do retalho

Todo o setor do retalho representa hoje uma das atividades económicas mais importantes e relevantes, independentemente do seu formato físico ou online. Responsável por um elevado número de postos de trabalho, contribui significativamente e de forma crescente para o PIB, com maior incidência nos países mais desenvolvidos.

Marketing e tecnologia: o primado da experiência do cliente

Apesar das dinâmicas de marketing digital já terem chegado a muitas empresas, independentemente da sua dimensão, a verdade é que se toda a lógica digital, desde o marketing às vendas e ao serviço ao cliente não está interligada, isso significa que lhes falta estratégia, pelo que o resultado tem tudo para ser pouco consistente, difuso e penalizador para os clientes.

Gigantes digitais: ecossistemas ao serviço dos clientes

Várias empresas que operam com modelos de negócio tradicional sentem que, mais cedo ou mais tarde, vão ser ultrapassadas por um concorrente digital. Todavia, a grande ameaça não advém da individualidade de cada concorrente, mas sim do ecossistema que tenha sido criado nesse mercado.

O cliente não é mudo. É tudo.

Independentemente do setor de atividade, são muitas as empresas que têm investido de forma significativa em tecnologia, por forma a que esta lhes permita estudar, compreender e agir de forma eficaz junto dos seus clientes. Ora para superar etapas aquando do lançamento de novos produtos ou serviços, que supostamente terão melhor condições para ter êxito, ora para customizar a comunicação direta com os clientes nos mais variados contextos (físico, digital, em loja, com realidade aumentada ou virtual).

Marketing como centro de lucro

Há muitas razões para valorizar a marca como um dos principais ativos de qualquer empresa, independentemente do seu setor de atividade ou dimensão.

No mundo das Superestrelas…

Quando olhamos para a evolução das marcas que mais se distinguiram nos últimos anos, somos obrigados a constatar que estamos perante uma realidade onde existem empresas superestrelas, comandadas pelos respetivos super empreendedores que lhes deram origem ou força suplementar.

Marketing e Liderança

Todos aqueles que gerem empresas sabem que a capacidade de liderança nos seus mais variados ângulos é uma competência essencial para a geração de bons resultados, seja na performance económica, na sua dinâmica social e, já agora, na sua sustentabilidade.