Independentemente da nossa religião, o tempo do Natal acaba sempre por ser uma altura onde nos lembramos mais vezes de quem gostamos mais (e por vezes também daqueles com quem estamos menos bem), e em que pensamos que deveria ser altura de fazer qualquer coisa diferente.
Hoje escrevo em jeito de desabafo... e como pedido de ajuda a quem pode ajudar! Sobre o que senti na pele quando, aos 60 anos, decidi tornar-me empresária e tornar realidade um projeto que há muito tempo ganhava forma.
Respeito e confiança são a base de qualquer relação. Respeito significa que o outro é pelo menos tão importante como nós. E confiança vem de sabermos que podemos contar com o outro. Elementar, não?
A vida parece um conto de fadas. Já todos dissemos ou ouvimos esta frase, referindo-se a pessoas que nos parecem ter uma vida maravilhosa, sem problemas e onde tudo corre bem.
A 24 de setembro de 2018 lançámos a Experienced Management – uma empresa social que tem como âmbito disponibilizar às empresas os gestores experientes que podem desempenhar com eficácia tarefas específicas que lhes são necessárias.
Difícil escrever nesta altura! Parece que tudo que o há para dizer sobre o Natal já foi dito, e que tudo o que se possa dizer agora são repetições ou banalidades.
Hoje não posso deixar de falar sobre a Experienced Management. Um sonho de quase dois anos, que hoje é já uma realidade, com um potencial tão grande que me permite, sem hesitar, escrever sobre ela.
Que, por efémera, tem de ser aproveitada. Por alguma razão se chama ao verão silly season.
“...capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, stress, algum tipo de evento traumático, etc. - sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades. ..”
Tão verdade!!! Numa altura em que se fala tanto do envelhecimento ativo, e onde oldie começa a ser trendy, é altura de parar para pensar sobre o valor da experiência.
Há muitos anos uma das minhas filhas, quando chegou a casa, pediu ajuda para um trabalho que tinha de apresentar a um professor do Liceu Francês onde estudava.
Há muitos, muitos anos, quando me queixava de que há uma semana não falava com a minha Mãe porque não tinha tempo, levei uma resposta torta: “O problema não é falta de tempo, é falta de disponibilidade mental...”.
