O mercado brasileiro segue em ritmo aquecido. De acordo com o hub de inovação aberta Distrito, somente em agosto, as start-ups brasileiras receberam aporte de US$ 772 milhões, volume de investimento três vezes maior do que no mesmo período ano passado.
Chegamos à metade do ano de 2021, já passamos por um ano e meio de pandemia e o Brasil tenta recuperar-se com um crescimento do PIB anual projetado de 5%. O volume de negócio cresceu oito vezes no primeiro semestre de 2021, em relação ao ano passado, para US$ 56,8 bilhões.
No primeiro trimestre de 2021, a vocação empreendedora no Brasil segue em alta com muitas pessoas empreendendo, abrindo novos negócios, se reinventando e criando uma nova fonte de renda.
2020 foi um ano que tomou o mundo inteiro de surpresa, mudou completamente a nossa forma de viver, trouxe grandes ensinamentos; para alguns, duras lições, para outros grandes voos. Obrigou a grande maioria de nós a se reinventar, a se reposicionar e a olhar para dentro, para o que de fato realmente importa.
A pandemia trouxe uma grande aversão ao risco e uma queda do financiamento a pequenas empresas. Apesar disso, o Brasil possui uma cultura empreendedora muito forte e a combinação de baixas taxas de juros e maior liquidez no mercado internacional deve trazer um aumento do capital disponível para financiar novos negócios.
Já são quatro meses de distanciamento social e impacto da pandemia global na economia do Brasil e o que notamos é que, apesar da crise económica gerada, estudos apontam que o Brasil este ano deve atingir uma marca histórica de empreendedorismo com um quarto da população adulta envolvida com seu próprio negócio.
Quando achávamos que o ano ia começar (pois, como havia dito no meu artigo anterior, no Brasil as coisas só começam de facto a aquecer após o Carnaval), o mundo simplesmente parou. Quem jamais poderia imaginar que cidades, países inteiros fechariam as suas fronteiras, as suas portas por conta de um vírus.
O ano de 2020 começou ou melhor dizendo quase, pois ainda ontem foi Carnaval. Após a folia, então sim, o ano oficialmente começa em terras brasileiras. Mesmo, o ano começa oficialmente em março; em 2019 foram registados 210 investimentos em start-ups brasileiras, totalizando 8,7 bilhões de reais no ecossistema empreendedor do país.
2019 chegou ao fim com excelentes notícias e perspetivas junto do ecossistema empreendedor.
2019 está a ser bem movimentado para as start-ups em solo brasileiro. Em junho deste ano, o Softbank fez um aporte de 100 milhões de dólares na Loggi.
Com a reforma da previdência, a expetativa de recuperação do crescimento do país é grande. Temos visto muitos investimentos a acontecer tanto através do aporte em start-ups como também de empresas estrangeiras ficando o “pé" no território brasileiro.
Pois bem caros leitores, já estamos em maio, quase na metade de 2019. Hora de fazer uma análise do mercado para avaliarmos bem os próximos passos a serem dados. O mercado brasileiro tem-se mostrado dinâmico para as start-ups e para o segmento de inovação.
