Na recente viagem ao Japão vi de perto a realidade outrora só de boca a boca ou em séries de Tv ou filmes, do especialista (ou direi mesmo do artífice) que depois de décadas aprimorou a técnica até ser mestre. Ele é cozinheiro, artesão, professor, vendedor... É, e sempre foi. Ele é, em muito, aquilo que faz. E a sua identidade mistura-se na identidade da profissão.
As empresas portuguesas, independentemente da sua dimensão ou setor, enfrentam o desafio de se adaptarem a mercados em constante evolução e às tendências globais, como a transição energética, a economia circular e a exigência crescente por parte dos consumidores em relação à responsabilidade ambiental.
O ecossistema brasileiro de start-ups encerra 2025 com sinais claros de recuperação após anos desafiadores. Entre setembro e novembro, o mercado demonstrou resiliência e adaptação às novas exigências do cenário económico global, consolidando uma fase de crescimento mais seletivo e sustentável.
Com o regresso à atividade empresarial na reentré, as organizações portuguesas enfrentam um contexto desafiante, mas cheio de potencial. As exigências do mercado, a evolução tecnológica e a pressão pela eficiência colocam a transformação digital no centro das prioridades estratégicas.
Para promover uma transformação digital centrada nas pessoas, responder às necessidades do mercado e aos desafios atuais, a Experis identifica algumas estratégias que as empresas podem adotar.
No passado dia 28 de abril de 2025, um apagão generalizado atingiu Portugal e Espanha. Num instante, o que era automático deixou de funcionar: sistemas energéticos colapsaram, vários meios de transporte público pararam, e as redes de comunicação entraram em silêncio. Foi mais do que um corte de luz – foi um lembrete brutal da nossa vulnerabilidade estrutural num mundo cada vez mais dependente do digital.
A IDC prevê que o mercado nacional de tecnologia em 2025 continue a demonstrar resiliência e crescimento, devido a crescente necessidade de as empresas portuguesas modernizarem os processos, canais e modelos de negócio, para se manterem competitivas numa economia cada vez mais digital, assim como devido ao processo de modernização impulsionado pelo PRR na Administração Pública.
Desde os primórdios da humanidade, a evolução do ser humano tem sido marcada pela adaptação às suas condições e pela inovação. Do Australopiteco, que caminhava sobre duas pernas há cerca de quatro milhões de anos, ao Homo Sapiens, que desenvolveu a linguagem e a capacidade de raciocínio complexo, cada passo na escala evolutiva trouxe transformações significativas.
Da introdução à IA, passando pela avaliação das soluções de IA disponíveis e melhoria contínua, ao futuro da tecnologia, conheça as 7 das principais conclusões do Observatório Internacional da Quidgest.
A transformação digital não é apenas uma tendência passageira; é uma revolução que está a redefinir a forma como as empresas operam e interagem com o mundo. E são necessários cada vez mais palcos para partilhar o que se tem feito nesta área, os resultados, os desafios e até as oportunidades.
É reconhecido que Transformação Digital já não é uma tendência, mas uma realidade inevitável para as empresas que desejem no mínimo sobreviver, no atual cenário de mercados altamente competitivos e em constante mudança.
A sua empresa está em processo de digitalização? Quer saber quais são os seus pontos fortes e fracos? A ferramenta Open DMAT diz-lhe como está a sua maturidade digital.















