O estudo envolveu 11 mil trabalhadores, de oito países, e constata que 48% dos estão com sintomas de burnout.
Como podem os jovens trabalhadores prosperar com a utilização da Inteligência artificial? A PWC dá algumas dicas.
A política social é muito provavelmente a mais virtuosa atividade pública dos governos – com ela se reconhece o evidente: como não existe distribuição equitativa de inteligência ou de posição social à nascença, é inteiramente justo que o Estado arrecade parte da riqueza e a redistribua para suavizar essas diferenças.
Da responsabilidade do Observatório para as Condições de Vida e Trabalho e da plataforma Nova4Globe, o projeto Social Data reúne dados sobre o mundo laboral, e uma das recentes conclusões aponta para a exaustão dos trabalhadores portugueses.
61% dos inquiridos no “Liderar em tempos disruptivos", da Adecco, acredita que a Inteligência Artificial é revolucionária para o seu setor.
No Dia do Trabalhador, a Pordata caracteriza o perfil da população empregada no país. Metade dos trabalhadores têm entre 44 e 64 anos e Portugal é o 2.º país da UE com menor percentagem de jovens no total de trabalhadores.
O Global Human Capital Trends 2024 da Deloitte constata que o stress tem aumentado nos trabalhadores e que estes temem que a tecnologia lhes roube os empregos.
Ser feliz no local de trabalho é um desejo de trabalhadores e empregadores, mas nem sempre estão reunidas as condições para que isso aconteça. Uma publicação da HBR deixa algumas pistas para mudar o ambiente laboral para melhor.
Bem-estar, compensação e valores são alguns dos fatores que ditam a permanência dos colaboradores nas organizações, de acordo com estudo “Índice da Excelência” da Cegoc.
A relação com os colegas, as condições do local de trabalho, a flexibilidade horária e a relação com a liderança são alguns fatores que causam instabilidade psicológica aos trabalhadores portugueses.
O termo burnout entrou no vocabulário, mas nem todos são iguais. Conheça os diferentes tipos e prepare-se para saber lidar com o problema.
O estudo conclui que o tempo excessivo que os trabalhadores dedicam semanalmente a reuniões e aos emails pode estar a afetar a sua produtividade.
















