A plataforma online de moda de luxo Farfetch, o fornecedor de software Outsystems e o contact center na cloud Talkdesk ajudaram a colocar Portugal na rota da tecnologia e inovação mundial nos últimos anos.
As estatísticas dizem que 30% das start-ups desaparecem ao fim de um ano. No entanto, há lições a retirar dessas experiências, analisando os pontos fortes e fracos e perceber como fazer melhor na próxima tentativa.
Existem cada vez mais conferências internacionais de tecnologia para start-ups e a Europa não é exceção. No início do ano nada melhor do que preparar a agenda para participar nas principais conferências em 2020.
Há duas dezenas de países europeus que congregam um elevado número de empreendedores em tecnologia. Porquê? Porque criaram condições apelativas para as start-ups poderem vingar, segundo um relatório da RS Components. Portugal está na lista.
Nos últimos cinco anos tem-se registado uma tendência crescente de empresas familiares e unipessoais a investir em start-ups europeias. O capital privado é uma das maiores fontes de financiamento dos fundos de capital de risco.
O desafio é de âmbito europeu e dirige-se a start-ups e PME que atuem na área digital. As candidaturas decorrem até dia 28 de fevereiro.
Está na altura de os líderes de start-ups mudarem a sua abordagem de liderança, diz a Harvard Business Review. Porquê? É simples: estudos mostram que, nas alturas críticas no crescimento de uma start-up, o capital de risco substitui 20 a 40% dos fundadores por gestores mais experientes.
O “Schneider Energy Access Asia” é o terceiro fundo de impacto lançado pela multinacional.
Lançamentos, aquisições, parcerias, distinções e uma grande perda, o falecimento de João Vasconcelos, ex-secretário de Estado da Indústria, marcaram este ano o ecossistema empreendedor nacional. O Link To Leaders passou em revista 2019 e o resultado foi este.
Encontrar o presente perfeito é a ambição maior de quem anda na azáfama das compras de Natal. Mas numa altura em que a sustentabilidade está na ordem do dia, que tal optar por produtos sustentáveis e ecológicos? E porque não criados por start-ups europeias? Aqui ficam algumas sugestões de presentes amigos do ambiente, se essa for a sua opção.
Os líderes por detrás dos principais programas de incubadoras como a Y Combinator, La Maison des Startups LVMH e a Farfetch Dream Assembly partilharam com a Vogue Business o que procuram nas start-ups de moda e o que os fundadores destas devem evitar.
Os business angels na Europa estão mais ativos do que nunca. Só no ano passado, aplicaram cerca de 4,5 mil milhões de euros em start-ups e os dados apontam para que este ano o valor seja ultrapassado.
















