“Pois ao que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado" (Evangelho de S. Mateus 13:12). Recentemente fiz uma viagem de férias, passando por um total de quatro países — incluindo o país de partida e de regresso — com uma diversidade de paisagens, de recursos, de capacidades, de desafios e em diferentes estágios de desenvolvimento económico e humano.
Somos testemunhas de uma transformação sem precedentes na história humana. Como observadores participantes desta mudança, encontramo-nos numa posição singular: simultaneamente arquitectos e sujeitos de uma revolução que redefine fundamentalmente o que significa ser humano na era digital.
Frequentemente ouvimos líderes dizer que precisam de controlar as suas equipas porque não confiam, porque precisam de incutir mais ritmo, porque precisam de garantir a qualidade do serviço e do produto ou, pura e simplesmente, porque “compete ao chefe controlar”. Felizmente, esta última razão é cada vez menos invocada!
Há vários anos que os economistas têm vindo a alertar para o paradoxo da falta de produtividade da economia portuguesa.
Com o início do 2.º período, a angústia de muitos estudantes aumenta quando pensam que faltam pouco mais de 6 meses para terem que decidir a que curso universitário se vão candidatar.










