Ao longo dos últimos anos tenho escrito, de forma mais ou menos frequente, sobre a lógica estratégica e de marketing que tem norteado a economia chinesa na sua dimensão internacional. Falava em 2016 sobre aquilo que sentia ser a ascensão mundial da Huawei e em 2019 referia a aposta no e-commerce, na banca e em múltiplos setores de atividade, destacando o Alibaba, Tencent ou Ant Group.
Se há algo que temos vindo a aprender com esta pandemia, que nos assola há mais de um ano, é a nossa capacidade de adaptação e resiliência, mesmo enquanto somos bafejados pela esperança que a vacina nos traz. Quem diria que um vírus que nos cortou os movimentos nos ia “obrigar” a mudar e adotar uma série de novos comportamentos para "manter" as atividades do dia a dia, mas de uma maneira diferente.
A Mercedes é a marca mais valiosa da Europa, com valor de marca de 49 mil milhões de euros. Já a marca mais forte é a Ferrari, segundo um estudo da Brand Finance.
Já se sabe que, de marketing todos sabem. Ainda que marketing envolva políticas de pricing, análises de mercado, previsão de vendas, gestão de canais físicos e online, otimização do ponto de venda e mecanismos de fidelização, entre outros, a verdade é que ainda subsiste a ideia de que marketing se circunscreve à comunicação e, em particular, à imagem.
O chatbot deve estar alinhado com a identidade e valores da marca, para que o cliente possa identificar as características que conhece e aprecia nas suas interações, defende a Minsait.
São diversos os mitos que decorrem da estratégia de marketing e que são detetáveis em várias práticas. Comecemos pela visão e missão. Estas têm forçosamente de corresponder a ambições e práticas reais, que possam ser confirmadas no dia a dia pela forma de estar das organizações.
Já pensou no impacto que as as suas interações têm nas redes sociais? Ou o quão influente é a sua marca no digital? A Skorr ajuda a medir a sua presença em redes como o Facebook ou Instagram. Em entrevista ao Link To Leaders, António Filipe, cofundador da start-up, fala do marketing de influência e revela que vão "lançar dentro de pouco tempo um novo algoritmo para deteção de atividade falsa".
A entrada da Farfetch na loja virtual Tmall Luxury Pavilion foi revelada no início da semana e resulta da parceria estratégica firmada no final do ano passado com o Grupo Alibaba.
Chama-se Brands&Ninjas e é uma plataforma DaaS (data as a service), baseada em crowdsourcing, que recorre a uma comunidade de pessoas - que apelida de ‘ninjas’ - para avaliar a presença das marcas no ponto de venda, em tempo real. José Pedro Moura, CEO e um dos quatro fundadores, explicou ao Link To Leaders como nasceu o projeto, em que consiste e até onde querem chegar. Entretanto, estão a trabalhar numa próxima ronda de investimento.
O Global Powers of Luxury Goods, da Deloitte, constatou que as marcas de luxo aumentaram as receitas em 8,5% e que durante a pandemia converteram-se ao digital.
A Mufyn nasceu em 2017, quando o seu fundador Levy Gasparian veio do Brasil para começar em Portugal uma nova história. Em entrevista ao Link To Leaders, o responsável, que conta no seu currículo como 13 anos no mercado de music branding e mais de 30 anos como DJ, fala de como ajuda as empresas a diferenciarem-se através da música e das soluções pensadas para o pós-pandemia.
O Global Marketing Trends 2021 da Deloitte concluiu que os consumidores exigem mais das marcas em momentos de crise. Identificou também sete tendências para 2021















