Quem lidera pessoas terá, mais tarde ou mais cedo, de liderar aquilo que ainda não existe: equipas híbridas, feitas de humanos e agentes. O desafio não está na tecnologia. Está no léxico com que se insiste em pensá-la.
A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma promessa distante. Está instalada no quotidiano, molda comportamentos e altera expectativas das empresas e dos trabalhadores. Tal, coloca uma pressão inevitável sobre as organizações: não a de acompanhar uma tendência, mas a de repensar como pode entregar mais valor ao cliente e aos seus colaboradores.
Liderar não significa apenas gerir pessoas ou coordenar projetos - significa agir para corrigir desigualdades históricas, abrir caminhos e transformar sistemas. Em essência, liderar é um ato de Justiça Social.
Durante décadas, liderar empresas significava essencialmente gerir mercados relativamente estáveis, cadeias de abastecimento previsíveis e ciclos económicos que, embora com crises, mantinham alguma regularidade. Hoje, esse mundo já não existe.
O CEO dos números e do crescimento está em vias de extinção, e o próximo ano vai acentuar esta transformação.
Nesta fase em que me preparo para uma nova mudança de país no Médio Oriente, apetece-me escrever sobre viagens. Não apenas sobre deslocações físicas, mas sobre o que verdadeiramente significam: atravessar fronteiras, conhecer o desconhecido e, sobretudo, aprender com a diferença.
Há um momento em que o barulho das reuniões, das ideias, das urgências e das opiniões se cala. E ficas tu, diante das tuas próprias decisões. É o instante em que percebes que, por mais que partilhes, delegues ou oiças, há sempre uma parte da liderança que ninguém pode viver por ti.
O impacto da Inteligência Artificial (IA) na comunicação é uma realidade cada vez mais presente no quotidiano das empresas e não um cenário do futuro.
Com a chegada do verão, o país abranda. As agendas esvaziam, os e-mails reduzem o ritmo e as equipas distribuem turnos para garantir que todos tenham direito a um período de pausa. É o ciclo natural do ano. Mas será que, nas lideranças, estamos a dar o verdadeiro valor a este momento?
Filipa Lemos Cristina, cofundadora da PowerUP, acredita que a empatia é uma competência estratégica capaz de transformar culturas, equipas e resultados. Foi essa convicção que a levou a criar o whitepaper "Liderança Empática", em colaboração com líderes da L’Oréal, Microsoft e do Doutor Finanças. O documento desafia a ideia de que a empatia é uma “soft skill” e mostra o seu impacto direto no desempenho organizacional.
Há pouco tempo, num projeto em que estou envolvido, sugeri contratarmos uma performance coach para trabalhar a dinâmica do work-life balance. A reação da equipa foi imediata: entusiasmo, curiosidade e, acima de tudo, vontade de ter alguém com quem pudessem falar e que os ajudasse a lidar com os desafios do dia a dia.
Num cenário de rápidas transformações tecnológicas, desafios económicos globais e de uma crescente necessidade de lideranças estratégicas, as escolas de negócios têm um papel crucial na preparação de executivos para enfrentarem as exigências do futuro. Em entrevista ao Link to Leaders, Nuno Moreira da Cruz fala da aposta da formação de executivos da CATÓLICA-LISBON para este ano.

















