A procura cada vez maior de talentos tecnológicos em Israel e o contínuo aumento dos salários provocado pela escassez desses profissionais está a levar as start-ups locais a procurarem soluções alternativas. Muitas estão a recrutar estudantes.
Eduardo Shoval é um dos responsáveis do Cognitiv II, um novo fundo da empresa israelita OurCrowd que pretende desenvolver os melhores projetos de inteligência artificial. Em entrevista a um site argentino, explica as razões para a criação deste novo fundo.
Amit Karp, investidor de capital de risco israelita, fez três previsões sobre o ecossistema de start-ups para 2018.
A gigante de Bill Gates, que referiu no início do ano querer investir perto de 900 milhões de euros na cibersegurança, comprou a israelita Hexadite por 90 milhões.
Nenhuma empresa de Itzik Goldwaser, vice-presidente da Yissum, vingou até hoje, mas este não tem nenhum problema em reconhecê-lo e continua a tentar, ocupando um cargo que noutro país poucos arriscariam a confiar-lho.
A cidade de Beersheba está a emergir como um centro completamente moderno para a inovação tecnológica e há uma série de razões para que tal aconteça.
Maior banco de empréstimo de Israel vende ação em Miami ao Safra Bank por cerca de 15,5 milhões de euros.
Com cerca de 8 milhões de habitantes, Israel tem registado um enorme crescimento económico e aquisições de start-ups que dão que falar e que já lhe fizeram valer o nome de “startup nation”.













