O mundo está no bom caminho para a igualdade de género. A questão que se coloca é a que velocidade? Apenas seis países dão direitos iguais a mulheres e homens, segundo o relatório "Women, Business and the Law 2019" do Banco Mundial.
No passado dia 22 de janeiro estive presente na audição pública sobre o Pacto Global para as Migrações Ordenadas, Seguras e Regulares, na Assembleia da República, que organizou o evento juntamente com a Cáritas Portuguesa, e onde tive a oportunidade de ouvir realidades com que muitos dos que escolheram o nosso país para viver se defrontam.
A UpM-União para o Mediterrâneo reuniu em Lisboa ontem e hoje, na Fundação Champalimaud, centenas de altas individualidades internacionais e nacionais para a sua 4.ª conferência. O empoderamento das mulheres foi o ponto de partida.
Elas representam 50% da população ativa e são tão ou mais escolarizadas e qualificadas que eles.
Foi dado mais um passo para a promover a igualdade remuneratória entre homens e mulheres. A lei que vai regular esta matéria em Portugal foi aprovada no final da semana passada.
Foram consultados CEOs e presidentes das principais empresas listadas na bolsa de valores de Londres. E as conclusões sobre a não existência de mulheres nos cargos de administração foram estas.
Cinco diretoras espanholas reuniram-se num debate organizado pelo site Expansión para discutir os desafios e soluções para a mulher no mundo das empresas, como fomentar a igualdade e a visibilidade no ambiente laboral, abordando também outros setores como a educação.












