A responsabilidade individual não se esgota na nossa existência ou na quantidade de dióxido de carbono que individualmente produzimos. O que nos torna responsáveis, para além do cumprimento do quadro legal e regulamentar da sociedade em que estamos inseridos, adquire-se quando agimos em função do próximo e do coletivo, para assegurar o futuro. Porém, só o asseguramos se garantirmos o presente.
Desenvolvimento pessoal. Conceito abrangente, demasiado abrangente, onde tudo cabe e quase tudo serve. Sempre a apontar para o progresso, com mais e melhores competências que são arrumadas em modelos ora simples e pragmáticos, ora complexos e sofisticados. Procuram-se estados tão díspares como a produtividade, a eficácia, a tranquilidade, a felicidade, o equilíbrio, o sucesso. A lista poderia continuar até se atingir o limite de caracteres deste artigo.
Um pouco por todo o mundo está patente uma crise de confiança nas instituições. O cinismo e o desconforto com o funcionamento das instituições generalizam-se, e são alimentados por experiências continuadas de corrupção, descredibilização dos partidos políticos e outros défices de desempenho institucional.
Hoje certamente poucos serão aqueles a negar os benefícios da tecnologia. Lembrem-se os avanços na área da saúde (mapeamento genético, telemedicina, rapidez, precisão e eficiência de diagnósticos), na esfera financeira (virtualização de pagamentos, moedas digitais, biometria), no universo do turismo (acessibilidade universal, economia colaborativa, ofertas low-cost), no domínio da educação (e-readers, e-learning, GBL - Game Based Learning) ou no âmbito do mercado de trabalho (e-business, e-commerce, e-marketplace, Indústria 4.0, WEB 2.0).
O tema está, sem dúvida, na ordem do dia. Relatos de atitudes politicamente não corretas e crimes cometidos há muito tempo e silenciados pelas vítimas anos a fio invadem persistentemente o nosso quotidiano.
A Sage identificou quatro pilares fundamentais para que as empresas apliquem de forma eficaz a inteligência artificial.










