Durante muito tempo, a ética de trabalho foi vista como algo quase adquirido. Cumprir horários, assumir responsabilidades, fazer bem o trabalho, manter consistência e profissionalismo eram comportamentos esperados — não excecionais.
Num mundo em que tanto se prega (e bem) a inclusão e a diversidade temos que saber que isto significa incluir tudo e todos e aceitar a diferença. Para mim isso é claro como água. Eu diria que é uma questão de educação, no sentido mais nobre da expressão.
A ética tem estado presente no meu pensamento nestes tempos, talvez por causa de vários casos mediáticos. No último artigo abordámos a ética do ponto de vista do líder: esse deve ter comportamento exemplar.
No ano em que o Fórum de Ética da Católica Porto Business School celebra uma década de existência, reafirma o compromisso com uma ética viva, aprendida, discutida e praticada em conjunto.
O cenário empresarial atual é marcado por desafios e oportunidades que reforçam um novo imperativo ético: gerir transições de forma responsável, colocando o impacto humano, social e ambiental no centro das decisões estratégicas.
Ser líder, como tudo na vida, envolve riscos, e por isso, cada líder de uma organização deve estar ciente dos riscos inerentes à sua atividade e desenvolver planos para mitigá-los.
Duas linhas convergentes de mudança marcam a vida dos negócios - se são incontornáveis, acelerados e determinantes os avanços da tecnologia, ganha cada vez mais terreno a pressão para cumprir critérios ambientais, sociais e de governação (ESG).
Numa altura em que a sustentabilidade deixou de ser apenas uma tendência para se tornar um imperativo estratégico, muitas PME continuam a associar a governança a questões complexas que complicam o dia a dia das empresas, o que na realidade não acontece.
Conta-se a história de que no Alentejo dois compadres discutiam com os amigos a honestidade. De repente, um diz para o outro: "Eu só conheço duas pessoas irrepreensivelmente honestas. Uma é aqui o meu compadre e a outra o meu compadre que o diga!"
Entrevista/ “A cibersegurança é como a democracia. Temos de batalhar muito, todos os dias, para a preservar”
"Vamos lançar, em breve, a próxima geração de tecnologia de Pentesting Contínuo Automático, através de hackbots altamente eficazes a detetar e a reportar vulnerabilidades críticas, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Esta tecnologia será capaz de entender as superfícies de ataque e a forma como os ativos estão relacionados entre si, bem como explorar vetores de ataque complexos", revelou Jorge Monteiro, CEO da Ethiack.
Se há coisa que o mundo precisa é de paz. No entanto, num mundo em que tudo se tornou relativo, parece cada vez mais difícil definir o que é paz.
Uma boa gestão do momento de saída de um colaborador é crucial para as empresas por vários motivos. Não apenas afeta a experiência de quem está a sair, mas também pode ter impactos na cultura organizacional, na reputação da empresa e nos resultados a longo prazo.













