Liderar não significa apenas gerir pessoas ou coordenar projetos - significa agir para corrigir desigualdades históricas, abrir caminhos e transformar sistemas. Em essência, liderar é um ato de Justiça Social.
Num país em que mais de metade da população é constituída por mulheres, muitas delas com um elevado grau de qualificação, não é aceitável que haja pouco incentivo ao seu desenvolvimento, para garantir a igualdade de género.
Sabemos que ainda subsistem desafios à diversidade de género no ecossistema tecnológico muito devido ao viés (bias) relacionado com o empreendedorismo feminino, ligado à persistência de estereótipos de género quando se procuram, avaliam e se tomam decisões de investimento.
Há dias, estive numa reunião com uma autarquia e, por coincidência, éramos apenas mulheres à mesa, todas em funções de liderança. No final, alguém comentou com um sorriso: “Isto é inédito! Três jovens mulheres a liderar uma organização de impacto.” Fiquei a pensar na frase. Não tanto pelo elogio, mas pelo facto de ainda soar a exceção.
Quando falamos do tema da igualdade de género no trabalho, sobretudo no que toca aos cargos de liderança, o debate tende a focar-se, naturalmente, nos ainda visíveis fatores estruturais como a falta de representatividade, os processos de recrutamento, os desafios de progressão ou o impacto da maternidade nas carreiras das mulheres.
“Empowering change & leading with purpose” foi o tema do encontro promovido pela CGI no qual o empreendedorismo feminino, a igualdade e equidade das mulheres na sociedade foram o foco.
No Dia Internacional da Mulher, prestigiamos 12 mulheres que, desde o início deste ano, assumiram cargos de chefia no mercado empresarial. São de diversos setores de atividade e a prova de que, aos poucos, a liderança feminina vai conquistando o seu espaço na cena nacional.
Estamos a assistir ao início de uma nova era da tecnologia e os efeitos já se fazem sentir: 70% das empresas em Portugal que estão a utilizar a Inteligência Artificial relatam um aumento das receitas e 100% relatam uma melhor experiência do cliente, como consequência da adoção da IA.
O Dia Internacional da Mulher é comemorado todos os anos a 8 de março como forma de reconhecimento de todas as conquistas femininas nas áreas da economia, cultura e política.
No dia internacional das mulheres quisemos afirmar as mulheres como criadoras de valor, criadoras de soluções qualificadas em áreas profissionais, na investigação e desenvolvimento. Por isso, organizei o debate “Women create value”, em parceria com o Programa INCoDe.2030.
Os homens falam. Conversam sobre as mulheres, claro. Fazem-no de várias formas e chegam a níveis diversos. Não, os homens não são todos iguais e não pensam todos da mesma maneira. Desafiámos 11 profissionais de diferentes áreas a dizerem-nos o que pensam das mulheres nos negócios e as respostas foram estas.
De pequenas empresas a grandes multinacionais - conheça 12 negócios de empreendedoras internacionais que pretendem mudar o mundo com os seus projetos profissionais.
















