Vivemos num mundo onde a evolução tecnológica é rápida e evidente, mas as nossas mentalidades não acompanham o mesmo ritmo. Ainda nos agarramos à ideia reconfortante de que certas situações indesejáveis só acontecem aos outros, que estamos de alguma forma imunes aos enganos e às armadilhas do mundo.
Os seres humanos sempre utilizaram tecnologia, mesmo que rudimentar, para expandir os limites da imaginação. Em 1965, Gordon Moore propôs uma teoria afirmando que o número de transistores em circuitos integrados dobra a cada dois anos (e, intuitivamente, outros avanços tecnológicos seguiriam o mesmo padrão), o que tem se mostrado bastante preciso desde então.
Chegados quase ao mês setembro entramos na época do ano denominada por muitos como a “rentrée”. Este é um mês de azáfama principalmente, para quem tem filhos. Bem vemos esta realidade espelhada nas nossas escolas, muitos alunos ingressam pela primeira vez, outros mudam de ciclo… enfim, é uma fase de ajustar rotinas e horários.
A atual conjuntura económica e incerteza quanto ao futuro exigem medidas específicas para as atividades da restauração, similares e do alojamento turístico, defende a AHRESP.
Descubra porque 80% das empresas falham e o que podem fazer para o evitar. O guia de Michael E. Gerber partilha dicas para o sucesso.
O “Lisbon Under Stars” volta a iluminar as Ruínas do Carmo. A experiência sensorial de 360º leva-o numa viagem ao longo de mais de 600 anos de história da cidade de Lisboa, através de projeções multimédia e de efeitos visuais.
O THU nasceu de uma necessidade e de um problema que enfrentei: como é que podemos ter voz numa indústria onde só quem grita é ouvido? Eu não queria gritar e, até hoje, continuo sem querer.
O verão instalou-se, confortável, quente, trazendo consigo a promessa de férias e uma pausa bem-merecida. Será que é isso que são as férias: uma pausa?
Vários autores têm vindo a alertar para o risco de que uma utilização excessiva e, sobretudo, acrítica de várias ferramentas digitais, pode incentivar nas pessoas “comportamentos que jamais ocorreriam no mundo real”.
No atual panorama empresarial, investir no desenvolvimento contínuo das pessoas emerge como uma estratégia essencial para o sucesso e a sustentabilidade das organizações.
Não posso estar, portanto, mais em desacordo com esta ideia de “a melhor coisa do mundo” é ficar em casa quando a melhor coisa do mundo são as pessoas. E, como em tudo na vida, há um equilíbrio e esse equilíbrio chama-se tão simplesmente trabalho híbrido.
Mustafa Suleyman, cofundador da DeepMind, uma das principais empresas de inteligência artificial, revela, em "A próxima vaga", o que as novas tecnologias representarão na próxima década e como podem criar prosperidade, mas também colocar em risco a sociedade.

















