A indústria alimentar começou a sua caminhada no campo das tecnologias e são vários os fundos de investimento atentos às potencialidades deste setor.
A EU-Startups acaba de revelar o Top 50 das mulheres mais influentes no ecossistema das start-ups e do capital de risco da Europa. A lista começa com Alice Bentinck, cofundadora da Entrepreneur First, e termina com Tugce Bulut, a fundadora e CEO da Streetbees.
Paul Asel, sócio e gerente da empresa NGP Capital, e investidor em tecnologia há mais de 25 anos nos EUA, Europa e Ásia, fala da natureza mutável das empresas de capital de risco e aponta cenários para o futuro.
Mulheres empresárias: querem apresentar a sua ideia de negócio a investidores? Um novo estudo sugere que as empreendedoras brancas e asiáticas podem ter mais sorte ao partilhar as suas ideias com os venture capitalists do que se pensava anteriormente.
Só nos EUA existem mais de 11 milhões de empresas detidas por mulheres. Das empresas que faturam 1 milhão dólares (890 mil euros), uma em cada cinco são propriedade de mulheres. Não obstante todo o progresso, continua a haver disparidades, nomeadamente ao nível do financiamento.
Os dados são do mais recente relatório da britânica Diversity VC, uma organização sem fins lucrativos que promove a diversidade no setor dos venture capitalist.
Em dez anos, o ecossistema de start-ups islandês passou de inexistente para um local fértil onde start-ups podem prosperar.
Com o apoio de quatro parceiros, a gigante japonesa prevê investir em empresas de “alto crescimento” no Japão, Estados Unidos, Europa e Israel.
Jonathan Shokrian, fundador e CEO da start-up MeUndies e business angel, partilha a sua opinião sobre os perigos da aparentemente promissora cultura de unicórnio.
O quarto investimento realizado este ano pela capital de risco público visa reforçar a internacionalização na Europa e nos Estados Unidos desta start-up tecnológica ligada aos setores agrícola, “agtech” e “foodtech”.
Conheça algumas dicas do The Founder Institute sobre como levantar uma ronda de investimento junto de amigos e família.
Um antigo investidor de capital de risco apresenta algumas razões para as start-ups optarem por desenvolver o seu projeto sem apoio financeiro externo.
















