A Omnivore, fundo de capital de risco da Índia, já apoiou 24 start-ups agritech, incluindo projetos como a Stellapps, a DeHaat ou a Intello Labs.
Stephan Morais, fundador e diretor-geral da Indico Capital Partners, e André Jordão, CEO da Barkyn, são os convidados desta semana do Spe Futuri, Investidores. É na próxima quinta-feira, 23 de julho, pelas 12 horas. Ricardo Luz conduz a conversa.
A Amazon acaba de lançar o Climate Pledge Fund, de 2 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros), para investir em empresas que desenvolvam produtos, serviços ou tecnologias ligadas à sustentabilidade ambiental. O objetivo é ajudar a gigante de comércio eletrónico a tornar-se neutra em carbono até 2040.
Na altura de obter financiamento por parte de uma empresa de capital de risco corporativo, os fundadores de start-ups tendem a descurar alguns aspetos que, mais à frente, podem revelar-se fatais. São 15 as particularidades de que devem estar cientes antes de aceitarem o apoio financeiro.
A empreendedora em série e influencer israelita Inbal Arieli explica no seu livro por que são criadas tantas start-ups no seu país. Tudo começa na infância.
O fundador de uma start-up perguntou a 500 empresas de capital de risco na Europa se continuaram a investir durante o Covid-19. E as conclusões são surpreendentes: quase todas ainda estavam a investir.
Os multimilionários de Silicon Valley condenam em peso o racismo. No entanto, as tecnológicas e as empresas de capital de risco têm um percurso de décadas a ignorar e a perpetuar a desigualdade.
O setor das fintech recebeu mais financiamento na Europa do que qualquer outra área. No ano passado, as fintechs europeias receberam no total 8,5 mil milhões de dólares (7,49 mil milhões de euros). Os fundos de capital de risco têm sido os principais financiadores do boom fintech dos últimos cinco anos.
Crowdfunding e capital de risco são talvez as duas formas de financiamento mais conhecidas entre as start-ups. Mas existem diferenças fundamentais entre as duas que deve conhecer.
A grande maioria das start-ups espanholas são financiadas por fundos internacionais, mas os especialistas em investimento acreditam que este cenário pode estar a mudar. Saiba porquê.
O Blossom Capital é um dos fundos de capital de risco mais ativos da Europa, que angariou cerca de 144,7 milhões de euros em apenas dois anos. Além do financiamento, este fundo tem uma forma direta de contactar e acompanhar as start-ups que apoia.
Está na altura de os líderes de start-ups mudarem a sua abordagem de liderança, diz a Harvard Business Review. Porquê? É simples: estudos mostram que, nas alturas críticas no crescimento de uma start-up, o capital de risco substitui 20 a 40% dos fundadores por gestores mais experientes.
















