O burnout de CEOs e líderes está a tornar-se uma realidade cada vez mais difícil de esconder. As mudanças do mercado de trabalho nos últimos anos, estão a levar a uma sensação de crise constante e a um esgotamento emocional. Como podem os líderes lutar pela cultura da empresa e pelo bem-estar no local de trabalho, se também eles estão esgotados?
Ao contrário das baterias dos carros elétricos, que comprovadamente devem estar entre os 20% e os 80% sob pena de se viciarem, o nosso corpo e a nossa mente precisam de recarregar a 100% (quem sabe mais), e nunca estar próximo da “bateria fraca”.
E se os emails e as mensagens permitissem detetar sinais de burnout nos trabalhadores? Há empresas que já fazem esse trabalho com softwares de IA.
A OMS classifica o burnout como um stress crónico no local de trabalho. Desde janeiro deste ano que passa a fazer parte da lista de doenças consagradas pela organização.
Uma pesquisa da McKinsey & Company mostra que um terço das mulheres inquiridas considera reduzir a sua carreira profissional ou mesmo abandonar o mercado de trabalho.
O ser humano dedica a maior parte da sua existência ao trabalho, porque a atividade profissional representa um dos aspetos mais relevantes da sua vida, não apenas pela quantidade de tempo a ela consagrada, mas particularmente pelo significado psicossocial da mesma.
Ficar distraído no trabalho pode prejudicar a sua produtividade e diminuir a sua autoestima. Saiba o que deve fazer para evitar distrações.
A cultura de estar “sempre ligado”, os almoços rápidos à secretária de trabalho e o ritmo atual das condições laborais tornaram o burnout um dos tópicos do momento. E nem os millennials parecem escapar a este fenómeno.
O stress e o burnout começam a ser uma preocupação cada vez maior no mundo dos negócios. Os números que esta realidade envolve faz com que as empresas europeias estejam a perder milhões de euros.
É um problema dos tempos modernos e que leva ao limite muitos profissionais: o burnout ou esgotamento. Adote algumas práticas diárias para não se deixar apanhar por este síndrome.
Professor na Universidade do Porto e autor do livro RELOAD, José Soares explica com pode evitar ou ultrapassar estes problemas.
















