Ninguém me contou isto no início da minha jornada profissional: liderar consome. Se não aprendermos a gerir a nossa energia, o corpo e a mente acabarão por cobrar o preço. E um preço bem caro!
A inteligência artificial (IA) pode mitigar o burnout entre profissionais, um problema agravado pela pandemia. As taxas de burnout são elevadas: 93% dos profissionais de saúde relatam desgaste frequente, e quase metade considera abandonar a profissão devido ao stress.
O final do ano é um período de muitas exigência. Projetos que precisam de ser concluídos, prazos apertados para cumprir e a necessidade de olhar para o futuro, de traçar metas e de se preparar para o novo ano. Toda esta pressão pode ser desgastante e levar ao burnout.
O estudo envolveu 11 mil trabalhadores, de oito países, e constata que 48% dos estão com sintomas de burnout.
Na Alemanha os pais que estejam a sofrer de fadiga extrema têm direito a um retiro de saúde de cerca de quatro semanas junto ao mar ou nas montanhas, de quatro em quatro anos.
A médica psiquiatra Maria Antónia Frasquilho escreveu um guia de prevenção e tratamento do burnout desmistificando a narrativa que continua a confundir esta condição com stress.
Embora existam preocupações no âmbito da formação em IA, os profissionais de recursos humanos acreditam que a tecnologia irá contribuir para aliviar a carga de trabalho, aumentar a competitividade e criar emprego, conclui relatório da Sage.
O termo burnout entrou no vocabulário, mas nem todos são iguais. Conheça os diferentes tipos e prepare-se para saber lidar com o problema.
21% dos colaboradores portugueses experienciaram sintomas fortes ou muito fortes de stress/burnout no último ano, aponta estudo da empresa de e-learning GoodHabitz que vai ser apresentado este mês.
57% das empresas tecnológicas não tem conhecimento que algum dos seus colaboradores passou por uma situação de burnout, segundo estudo da Teamlyzer.
A solução Avenue Engage está a ser lançada no Brasil e permite que as empresas identifiquem sentimentos de insatisfação ou tristeza nos colaboradores.
O burnout de CEOs e líderes está a tornar-se uma realidade cada vez mais difícil de esconder. As mudanças do mercado de trabalho nos últimos anos, estão a levar a uma sensação de crise constante e a um esgotamento emocional. Como podem os líderes lutar pela cultura da empresa e pelo bem-estar no local de trabalho, se também eles estão esgotados?

















