Stephan Morais deu uma entrevista onde abordou o Ecossistema do Empreendedorismo Português. Uma análise rápida, e até superficial, leva-nos a crer que o mesmo é “desonesto”. Desonesto por parte dos empreendedores que vendem gato por lebre aos investidores, que dizem fazer exits quando afinal são integrados em outras empresas. Desonesto por parte dos investidores que não vão a fundo na análise das start-ups onde investem, que não respeitam o capital que gerem.
A Brezelkönig é um franchising de origem suíça na área da restauração que está interessado em entrar em Portugal. Procura parceiros locais para avançar.
Suíça, Suécia e EUA lideram o ranking dos países com as empresas mais inovadoras do mundo, segundo a nova edição do Índice Global de Inovação (IGI). Entre os 129 países, Portugal aparece em 32.º lugar.
As start-ups europeias estão a apostar cada vez mais no mercado norte-americano. No entanto, o mundo empresarial nos EUA é diferente e como tal qualquer empreendedor deve conhecer a especificidades do mercado, inclusivamente na área da comunicação e relações públicas. É pelo menos esta a opinião de Olivia Angelescu, especialista em Marketing Digital, que aponta quatro estratégia para se ser bem sucedido.
Já por diversas vezes aqui escrevemos acerca da generosidade de empreender em várias áreas e de diferentes formas. De todas as vezes que o fizemos partimos do pressuposto inilidível que é para a sociedade, seja em termos globais ou locais, útil[1] ter cidadãs e cidadãos empoderados através de competências empreendedoras que os transformam literalmente em agentes de mudança, independentemente do setor de atividade onde se inserem, quer seja em termos educacionais, científicos, bem como no domínio da investigação, quer seja em termos laborais enquanto trabalhadores dependentes em empresas ou a atuarem em organizações da economia social.
Já estão escolhidas as sete start-ups da 2ª edição do programa Startup Lab by SRS. Os projetos selecionados vão desde a criação do primeiro RobotAdviser em Portugal a um serviço online de informação encriptada ou mesmo à criação de relatórios de crimes ambientais através na análise de imagens de satélite.
Este mês lançámos o desafio à Incubadora de Empresas Baía do Seixal de eleger a start-up do mês. A eleita foi a 4ITFUTURE, empresa de desenvolvimento e suporte de software que exporta para o Brasil, Angola, Suécia, França, São Tomé e Príncipe e EUA.
A recusa constante dos jovens australianos de visitar os médicos levou as start-ups daquele país a apresentarem soluções que visam melhorar a relação médico-paciente. Conheça os casos da Pilot e da Mosh.
As “marcas” são nos dias de hoje um ativo importante com valor agregado. Mas será que um líder empresarial está aberto a construir uma marca pessoal forte? Será que é assim tão importante?
Américo Amorim (1934-2017), Alexandre Soares dos Santos (1935-2019) e Belmiro de Azevedo (1938-2017) representam o melhor que Portugal produziu em termos empresariais. São três das, senão mesmo as três maiores referências do espírito empreendedor português das últimas décadas.
Há mais de 10 anos que a OnStrategy avalia a reputação de centenas de marcas em Portugal. Isto é, o conjunto de perceções que temos e as expetativas que criamos sobre as mesmas em relação ao futuro. Em entrevista ao Link To Leaders, o partner e CEO da consultora portuguesa, Pedro Tavares, faz uma análise do mercado e fala sobre o valor da reputação.
A Croácia é o país europeu com a percentagem mais elevada de aspirantes a empreendedores, enquanto a Eslováquia soma o maior número de novos empreendedores. Estas são algumas das conclusões de um estudo recente do Global Entrepreneurship Monitor (GEM).
















