O evento terá lugar dia 23 de junho, a partir das 14h, no Hotel Hyatt Regency Lisboa e coloca no centro o tema da renovação geracional do setor.
Notícias
Um novo estudo da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA), revela que na Europa quase um terço dos profissionais dos setores da saúde e apoio social estão regularmente expostos a riscos cancerígenos.
Com este passo, a Escola 42 reforça o seu posicionamento enquanto instituição aberta a diferentes percursos, experiências e perfis, num setor em que a diversidade é cada vez mais determinante para a inovação e para a transformação social.
Com mais de 7.500 start-ups no portefólio, a nova plataforma da Dealflow.eu quer facilitar o acesso das multinacionais europeias a soluções de deep tech.
Estudo do IPAM revela que o impacto económico do Campeonato do Mundo já não depende da geografia, mas da capacidade dos adeptos, marcas e media amplificarem o evento antes, durante e depois dos jogos.
A Smart City of Rock vai fazer da Cidade do Rock um espaço de experimentação urbana em contexto real. A iniciativa vai reunir empresas, start-ups, academia e entidades públicas para testar soluções tecnológicas orientadas para cidades mais eficientes, sustentáveis e centradas nas pessoas.
A comitiva portuguesa integra empresas de várias regiões e setores, que no conjunto já captaram 49,4 milhões de euros em investimento, geram receitas superiores a 8,2 milhões de euros e empregam cerca de 360 pessoas.
A nova funcionalidade transforma a Helena num canal de venda digital, permitindo aos clientes tratar de todo o processo de envio online, desde a escolha do serviço até ao pagamento.
Se quiser dizer não a uma proposta de trabalho, à chefia ou a um colega, a recusa deve ser clara, educada e difícil de contestar. John Richardson, professor de negociação, diz que é preciso manter a gentileza, mas preservar o limite.
Metodologia permite identificar não só o que as pessoas defendem, mas as motivações reais por trás dos seus argumentos, evitando erros de gestão dispendiosos.
A sensação reflete-se na dificuldade em reconhecer os próprios feitos, no medo constante de não estar à altura ou de ser percecionado como uma fraude. Metade dos profissionais já se sentiram “impostores” em algum momento da sua vida profissional.
Desequilíbrio entre vida pessoal e profissional ou falta de valorização profissional são alguns dos motivos que podem levar um trabalhador a mudar de empresa. Mas há mais, segundo a Olisipo.













