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Nuno Madeira Rodrigues

Nuno Madeira Rodrigues

Nuno Madeira Rodrigues é atualmente Senior Associate da Fieldfisher Portugal e Coordenador do Departamento de Direito Imobiliário. Anteriormente foi coordenador do Departamento de Direito Imobiliário na Pinto Ribeiro Advogados, Country Manager PT Arnold Investments, Chairman da BDJ S.A, Chairman da Lusitano SAD, Administrador do Grupo HBD e Presidente do Conselho de Administração da Lusitano, SAD, e do Conselho Fiscal da Associação Lusófona para as Energias Renováveis. É ainda Vice-Presidente do Conselho Fiscal da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários, Membro do Conselho Consultivo da Plataforma Sustentar e Presidente da Direção da Associação Empresarial de São Tomé e Príncipe.

O novo homem Vitruviano

Há vários séculos Leonardo da Vinci desenhava o seu famoso Homem Vitruviano, figura incontornável que se tornaria uma referência no movimento Renascentista que se propaga por toda a Europa pós-medieval, centrando o Homem no centro do mundo, enquanto seu catalisador e principal impulsionador do seu desenvolvimento, afastando-se de forma bastante marcada a forte tendência religiosa que tinha sido apanágio dos séculos anteriores, especialmente no velho continente.

O Alentejo esquecido

Conhecido durante muitos anos como o “celeiro” do país, a realidade com que se depara o “meu” Alentejo atualmente é, no mínimo, desoladora.

O sexo dos demónios

Confesso que me surpreendo com a crescente e cada vez mais insistente atenção mediática que tem sido dada às questões do género, orientações sexuais, escolhas pessoais e afins com que convivemos na nossa sociedade atual, especialmente quando a mesma grassa pelos mais diversos setores da nossa vida, desde a política, às empresas, escolas, religião, etc. etc.

Falamos por WhatsApp

Recordo-me há alguns -vários - anos quando se dizia que o presidente Obama utilizava exclusivamente um Blackberry para as suas comunicações, nomeadamente tendo em conta os sistemas avançados de encriptação de mensagens que aquele equipamento possuía e que, como tal, garantia uma fiabilidade acrescida no que dizia respeito a assuntos de Estado sensíveis.

Grupos empresariais e família

Um dos “males” de nunca deixarmos verdadeiramente para trás a nossa formação, no meu caso jurídica, mesmo quando optamos por mudanças profissionais que nos levam a outras paragens, como seja o caso da gestão de empresas, é que recorrentemente procuramos – pelo menos eu faço – analogias que permitam enquadrar o que sabemos com aquilo que temos necessariamente de aprender para ter sucesso no desempenho de novas funções.

Liderar a desistência

Sempre que se fala de liderança surge desde logo a ideia de projeto, de iniciativa, de uma determinada missão ou ambição existente que, de uma forma endógena ou exógena, carece à partida, seja porque surge de entre o seio de uma equipa, seja porque lhe é imposta, de uma liderança, de um líder.

O desafio da mudança

Pese embora as sérias dúvidas quanto à verdadeira autoria da frase, atualmente já não atribuída nem a Einstein nem a Benjamin Franklin, a verdade é que o acerto da expressão “insanidade é continuar a fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes” é por demais evidente e, seja quem for o iluminado que proferiu este sentimento, ele continua tão atual nestes tempos como no momento da sua origem.

Laissez faire

A popular expressão laissez faire simboliza um “deixar fazer” tradicionalmente associada ao capitalismo económico, a uma menor regulação e maior raio de acção à iniciativa privada, tendo porém sido mais tradicionalmente adoptada no vocabulário corrente para simbolizar um certo desinteresse e apatia perante determinadas situações que determinariam um comportamento distinto.

A encruzilhada de uma geração

Há alguns anos, claramente não interessa quantos, sob pena de revelar demasiados factos pessoais, vi rotulada a minha geração como “rasca” pelo então executivo no poder, bem como pela generalidade da imprensa nacional.

É difícil investir neste país!

Antes de mais, é importante dizer que este artigo, mais do que uma qualquer recomendação ou teoria sobre um determinado assunto, visa apenas e tão-só servir de testemunho pessoal para uma realidade com a qual me tenho visto confrontado, a qual seguramente encontrará eco em muitos daqueles que lerem estas palavras.

Um Estado de fé

A recente visita do Papa Francisco a Portugal por ocasião da comemoração dos cem anos das aparições de Fátima, acredite-se ou não no fenómeno, suscita uma questão importante no âmbito de um Estado constitucionalmente definido como laico: a importância da fé para o sucesso do nosso país.