A start-up de tecnologia limpa está a transformar baterias alcalinas usadas em fertilizantes orgânicos certificados.
O Sea Monkey Project foi criado por Sydney Steenland e família e recicla plásticos que encontra nos oceanos transformando-os em acessórios e souvenirs éticos.
São 10 os investidores que estão a dinamizar os investimentos seed na Europa. A seleção é da Sifted, com base em dados da Dealroom.
Portugal Out-of-the-Box é um livro “com visões disruptivas para o futuro” que a plataforma Portugal Agora se prepara para lançar até ao final do ano.
Apoiar financeiramente projetos colaborativos internacionais de I&D e inovação é o foco do Eurostars. As candidaturas foram prolongadas até 15 de setembro.
O programa InDigital quer ajudar os municípios portugueses a identificarem soluções tecnológicas para fazer frente aos desafios que enfrentam nos seus territórios.
António Murta, fundador e CEO da Pathena, aceitou o desafio de responder a 5 questões através das quais partilha a sua visão sobre inovação, negócios com potencial de futuro e competências necessárias para a liderança.
56% das empresas da União Europeia atingiram um nível básico de intensidade digital no ano passado. A análise é do Eurostat, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia.
A Fábrica de Startups Brasil tem uma nova designação, reforçou o âmbito de atuação e assumiu um novo domínio. A agora Bolder revelou a mudança na sua página oficial na internet. Já a empresa portuguesa liderada por António Lucena de Faria prepara novas parcerias para aquele mercado.
A Zühlke destaca as competências diferenciadoras para os profissionais da área tecnológica envolvidos na transformação Data-Driven.
A conferência vai regressar à capital portuguesa já no dia 18 de setembro. “Sementes” é o tema que vai reunir mais de uma dezena de speakers nacionais e internacionais.
Com um plano de investimento de 100 milhões de euros para o mercado português, a Casavo quer mudar a forma como as pessoas compram, vivem e vendem casas. Em entrevista ao Link To Leaders Duarte Ferreira dos Santos, vice-presidente de investimentos da proptech, reconhece que deveria ter entrado mais cedo em Portugal.
