Uma recente pesquisa do Barclays S&P, partilhada pelo Financial Times, dá-nos conta de que as grandes marcas mundiais de produtos de bens de consumo não recuaram no seu investimento publicitário durante o período pandémico.
As Relações Públicas (RP’S) foram provavelmente a área do setor do Marketing e da Comunicação que mais mudanças sofreu nas últimas décadas devido a vários fatores como mudanças nas metodologias de trabalho com a crise económica no setor da comunicação.
Faltam quatro meses para o final do ano, mas ainda vai a tempo de pôr em prática algumas estratégias de marketing que ajudem a potenciar o sucesso da sua start-up.
Tendo acompanhado a leitura de muitos planos de negócio e planos de marketing, verifico ser comum registar algumas debilidades ou dificuldades em fazer destes documentos um elemento crucial do desenvolvimento da estratégia da empresa.
Antes de abrir ou fechar uma empresa, deve entender o mercado atual, e saber atuar nos tempos de hoje. O mercado está em grande ebulição, com uma pandemia que continua a prometer dias difíceis para os empresários globais.
A start-up portuguesa lançou uma app com a qual qualquer pessoa pode controlar e monetizar os seus dados pessoais. As marcas, por sua vez, conseguem segmentar a audiência, entre outras funcionalidades.
No período de desconfinamento são alguns os erros de marketing que podem comprometer os negócios das empresas. A Páginas Amarelas identificou três.
Há várias interpretações do que é o “marketing”. Para muitas pessoas, é “publicidade”, “a arte de persuadir” ou simplesmente “promover produtos e serviços”. Segundo o “Pai” do marketing, Philip Kotler, é a arte de criar valor para o consumidor.
Já se sabe que, de marketing todos sabem. Ainda que marketing envolva políticas de pricing, análises de mercado, previsão de vendas, gestão de canais físicos e online, otimização do ponto de venda e mecanismos de fidelização, entre outros, a verdade é que ainda subsiste a ideia de que marketing se circunscreve à comunicação e, em particular, à imagem.
Quando olhamos para a dinâmica dos mercados é costume citarmos os exemplos de empresas que se têm destacado pela positiva, independentemente do seu setor de atividade. É neste contexto que no dia a dia nos referimos à Tesla, Amazon, Google, Google, Spotify, AirBnB, Netflix, Uber, Alibaba e tantas outras.
"Somos designers de experiências", afirma o Chief Operating Officer do Wygroup em entrevista ao Link To Leaders. João Santos, que iniciou funções em janeiro deste ano, traça o perfil do grupo, fala dos desafios causados pela pandemia, do equilíbrio entre tecnologia e pessoas e dos projetos que estão a preparar.
As inovações tecnológicas transformaram profundamente o modo como trabalhamos, aprendemos e nos relacionamos. Isto supõe um desafio para qualquer líder, mas para os líderes das empresas tecnológicas – que são um setor altamente competitivo – o risco de não estar à altura do desafio é especialmente marcante. Podem cavar um fosso entre a liderança e a equipa que a deixa incapaz de gerir, comunicar, de criar um ambiente de trabalho aliciante e reter talento.















