Vivemos um momento de inflexão histórica em que o avanço da inteligência artificial, da robótica e da automação está a remodelar radicalmente a forma como trabalhamos, produzimos e nos relacionamos.
Vivemos tempos paradoxais. O tempo em que tudo está “ligado” — mas nem sempre estamos ligados uns aos outros.
No total foram realizadas 10.170 sessões de leilão, que contaram com 169.150 licitações, segundo a Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução.
No mundo actual, em que a Inteligência Artificial (IA) está a evoluir a um ritmo exponencial, é natural que surjam preocupações e interrogações sobre o futuro da humanidade.
Um aviso prematuro e celeríssimo: sim, é facto que quem vos escreve é mais uma entre muitas pessoas, provavelmente demasiadas, a escrever sobre o ChatGPT. Se for razão suficiente para lhe causar fastio, terá as minhas completas simpatia e compreensão caso decida parar por aqui. Se não for motivo suficiente para sumir a sua curiosidade, como espero, continue.
Na década de 80, “sem saber ler nem escrever”, descobri o mundo da computação. Eu acreditava que os computadores podiam fazer tudo, como um Deus electrónico, mas quando pedi ao TIMEX Sinclair 1000 para desenhar o planeta Saturno — sou fascinado por este planeta, talvez por ter anéis —, vislumbro apenas uma mensagem estranha na televisão a preto e branco: 0/0
Há uns dias ouvi, por acaso, o princípio de uma conversa entre uma pessoa de tecnologia e um fornecedor. E começava assim: “A equipa de liderança quer que as reuniões sejam mais colaborativas, interativas e pediu-me um novo sistema…!”
As máquinas estão cada vez mais inteligentes, já se sabe. Chegará a altura em que serão espertas o suficiente para extrair as mensagens exatas num qualquer texto ou até mesmo em qualquer comunicação oral. Já aí estaremos, porventura, lá ou muito perto, pelo menos.
Pediram-me para escrever este artigo sobre liderança, que sendo algo que me é familiar, porque me foi falado e ensinado ao longo da minha carreira em múltiplos cursos e livros, cedo concluí que na realidade só se aprende com a exposição às situações, quando somos desafiados a chefiar/comandar – e onde alguns podem, eventualmente, vir a liderar, se estiverem preparados para tal.
Como a inteligência artificial está a aprender a escrever, a pintar e a pensar. Este é o mote do livro do inglês Marcus Du Sautoy.
No futuro, os consumidores preveem que a tecnologia conectada se tornará mais flexível e interativa e consideram que os dispositivos possibilitarão escolhas mais proativas no dia a dia. As previsões são da Ericsson.
Hoje, no Spe Futuri, Empresários, ficamos a conhecer mais sobre a WRK, empresa que se dedica à conceção e construção de máquinas e equipamentos especiais para assemblagem e teste de qualidade de componentes na indústria automóvel. Emílio Correia, diretor-geral da empresa de Gondomar, fala-nos de como se adaptaram à pandemia, da produção de viseiras e ainda das suas previsões para os próximos meses.















