Reduzir a dependência do líder protege a cultura, acelera decisões e prepara a transição. O telefonema foi curto. “Preciso de férias. Mas se eu me ausento uma semana, isto pára”.
Portugal tem vivido, de forma quase contínua, sob o impacto de cheias e ventos fortes associados à passagem sucessiva de frentes de baixas pressões com nomes sofisticados: Francis, Goretti, Harry, Ingrid, Joseph, Kristin, Leonardo e Marta.
A 25.ª edição da EXPO RH realiza-se nos dias 25 e 26 de março de 2026, no Centro de Congressos do Estoril, reunindo profissionais de recursos humanos, líderes e decisores para discutir os grandes desafios da gestão de pessoas.
Há uma razão cultural para a execução ser subvalorizada: ela é anti-heroica. Não tem o brilho da visão. Tem a monotonia do progresso.
Evento decorre no dia 17 de março, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa, e irá reunir decisores, líderes de RH e especialistas para debater engagement, liderança, cultura organizacional e Inteligência Artificial.
Durante a maior parte da minha carreira como empreendedora, nunca esperei sentir-me pronta. Se tivesse esperado, não teria criado empresas. Não teria entrado em territórios novos. Não teria tomado decisões relevantes com informação incompleta.
“O desafio da liderança é ser forte, mas não rude; ser gentil, mas não fraco; ser ousado, mas não um valentão; ser atencioso, mas não preguiçoso; ser humilde, mas não tímido; ser orgulhoso, mas não arrogante; ter humor, mas sem loucura”, Jim Rohn.
Com mais de cinco décadas de experiência no mundo empresarial, deparei-me com diversas recessões, crises e até uma pandemia. Durante esse período, tive a oportunidade de observar e participar em diferentes fases do desenvolvimento de negócios, desde momentos de crescimento intenso até períodos de reconstrução.
E, no meio das habituais previsões e profecias, chegámos finalmente a 2026. Não vou aqui debitar o cliché sobre quão decisivo será este novo ano. Cada época tem os seus desafios específicos e, como todas as outras, exigirá (boas) doses de sabedoria, coragem e determinação.
Sob o mote “são as pessoas o motor da transformação”, o Algarve RH Meeting está de volta para uma nova edição. O evento, que decorre a 26 de fevereiro, vai reunir líderes e profissionais de Recursos Humanos do sul do país para um dia de reflexão, partilha e networking em torno dos desafios atuais da gestão de pessoas.
Há alguns anos escrevi no “Link to Leaders” sobre as vantagens de ser “underdog”. Sobre como a falta de recursos, de estatuto ou de poder formal pode forçar foco, criatividade e uma disciplina de execução rara.
Janeiro é o mês das decisões reavaliadas em silêncio. O entusiasmo do “novo começo” começa a dissipar-se e sobra aquilo que realmente importa: a capacidade de sustentar o que foi decidido quando a excitação passa e a realidade se impõe.
















