Apesar da incerteza económica, 84% dos CEO continuam a acreditar numa melhoria da economia global. Para acelerar o crescimento e reduzir custos, os líderes estão a apostar cada vez mais na inteligência artificial e em modelos de trabalho flexível, revela novo relatório.
Presença de mulheres em conselhos de administração aumentou de 15,5% para 36,6% desde a aprovação de quotas em 2017. Subida de 136% é a 5.ª maior entre países europeus, segundo nova análise.
No ano em que o Fórum de Ética da Católica Porto Business School celebra uma década de existência, reafirma o compromisso com uma ética viva, aprendida, discutida e praticada em conjunto.
Imagine-se uma reunião da Comissão Executiva dentro de alguns anos: na sala, além dos diretores, está presente um assistente de IA, projetado em tempo real, capaz de analisar cenários, simular impactos e questionar pressupostos. Não substitui a liderança, mas funciona como um “espelho crítico” que desafia a intuição e reforça a qualidade das decisões.
Nos últimos anos o mundo do trabalho tem passado por uma grande transformação. As estruturas rígidas e hierárquicas dão cada vez mais espaço a modelos de gestão mais humanos, flexíveis e colaborativos.
O cenário empresarial atual é marcado por desafios e oportunidades que reforçam um novo imperativo ético: gerir transições de forma responsável, colocando o impacto humano, social e ambiental no centro das decisões estratégicas.
Há poucos dias, numa conversa com um responsável por uma grande cadeia de retalho de moda, este partilhava uma dor que me ficou gravada: "Há uma tendência entre os gerentes de loja para dizerem que as pessoas agora não prestam, não servem, e por isso têm de ser eles a fazer tudo".
Nesta fase em que me preparo para uma nova mudança de país no Médio Oriente, apetece-me escrever sobre viagens. Não apenas sobre deslocações físicas, mas sobre o que verdadeiramente significam: atravessar fronteiras, conhecer o desconhecido e, sobretudo, aprender com a diferença.
Falas de propósito como quem fala de fé. Dizes que queres uma equipa alinhada, inspirada, comprometida. Mas, diz-me: quando foi a última vez que explicaste o porquê de fazeres o que fazes? Ligaste o propósito da empresa/organização ao sentido do trabalho de cada pessoa? Antes disso: sabes o que é o propósito da empresa/organização? Ou será que também tu já transformaste o propósito num slide fluffy que ninguém lê?
A PWN Lisbon realiza no dia 21 de novembro o 14.º Dream Day sobre “Liderança Transformacional – Ambição Pessoal com Impacto Social”, e apresenta o seu Estudo de Impacto, que avalia 14 anos de atividade da rede em Portugal.
Numa era em que a tecnologia e as emoções humanas se entrelaçam, a Inteligência Artificial (IA) surge na linha da frente da revolução das dinâmicas de liderança. Esta sinergia não só reforça as práticas tradicionais de liderança como também abre caminho para abordagens inovadoras na comunicação e no feedback.
E se o verdadeiro problema nas organizações não for a pressão, mas a ausência de estrutura, cultura e coragem para lidar com ela?

















