Um dos mais influentes autores mundiais e teórico sobre questões relacionadas com a gestão, Peter Drucker, disse uma vez que a grande diferença entre gerir e liderar residia no facto de gerir ser o fazer as coisas da forma certa, enquanto liderar seria fazer as coisas certas.
Nas organizações, as conversas difíceis continuam a ser adiadas. Feedback corretivo, conflitos latentes, desalinhamentos de expetativas ou comportamentos inadequados são temas que muitos líderes preferem contornar. No entanto, o verdadeiro problema não está na conversa em si, mas sim na sua evasão.
Quando pensei sobre o que escrever pela primeira vez no Link to Leaders, considerei começar por um tema previsível e que me diz muito, aproveitando a coincidência do primeiro artigo ser no mês de março: liderança feminina ou o papel das mulheres nas organizações.
Com o início de um novo ano, instala-se aquele frenesim habitual nas organizações: fecham-se orçamentos, desenham-se estratégias, afinam-se KPIs financeiros. É natural, faz parte da boa gestão. Mas talvez este seja o momento certo para mudar a pergunta de partida.
Vivemos numa era em que o “work-life balance” se transformou em mantra. Todos repetem a mesma receita: equilíbrio entre vida profissional e pessoal, tempo para tudo, harmonia entre ambição e descanso. Mas será mesmo assim que se vence?
Quando foi a última vez que errou? E a sua equipa? E empresa? Como reagiu ao erro? Ao seu? Ao de um membro da equipa e da empresa?
Neste que é o meu primeiro artigo após uma longa ausência pretendo que seja um resumo de vários artigos que quero ir escrevendo num futuro próximo e que abordarão temas menos “mainstream”. Porque há temas que se evitam por pudor ou por medo — como se a sua simples menção fosse sinal de fraqueza. Um desses temas é a solidão que acompanha a liderança.
Durante os últimos anos, assistimos a um mercado tecnológico muito dinâmico, em salários, contratações, valuations e expetativas. Start-ups angariavam capital com facilidade, engenheiros de software mudavam de empresa em semanas e o foco, muitas vezes, deixava-se dominar pelo crescimento a qualquer custo.
Criar um negócio é apelativo, mas a sua motivação dilui-se nas inquietações e parece nunca ser o dia certo para começar? Se é empreendedor ou pretende mudar de carreira, trabalhar por conta própria é uma opção válida!
"When one teaches, two learn." Esta simples mas poderosa frase encapsula uma verdade fundamental sobre o processo de aprendizagem: ao partilharmos o que sabemos, não só enriquecemos os outros, mas também aprofundamos o nosso próprio entendimento.
Tens 25 anos e foste promovido e agora estás perdido? Ou não é bem isso? Bom, a formação pode e deve ajudar-te. Sempre primaste por ela. E não te esqueças:
Um livro sobre liderança e gestão empresarial que apresenta as histórias de CEOs que desafiaram as normas do mercado.

















