O meu último artigo gerou diversos tipos de ondas. As já clássicas ondas de simpatia, muitas das quais dos amigos que gostam de nós como somos, escrevamos nós as maiores baboseiras, e as dos críticos.
Quando perguntamos a qualquer pessoa, e em particular a um jovem que tem o futuro pela frente, qual a seu maior desejo, a resposta mais provável é: ser feliz.
Portugal não pode querer ser considerado um país desenvolvido se os países que foram suas colónias no passado se mantiverem no nível de desenvolvimento atual.
A ascensão da organização baseada em equipas teve um impacto profundo no papel do gestor, exigindo-lhe que seja não apenas um supervisor de trabalho, mas também um líder de equipas.
A partir de setembro, o ISG-Instituto Superior de Gestão vai iniciar mais uma pós-graduação em gestão de projetos, respondendo desta forma a uma solicitação crescente do mercado empresarial nesta área de atuação.
Li o que Bruno Bobone disse há dias: o português tem medo de tudo. Li a entrevista[1] na sua totalidade e louvo a audácia de ele dizer, com o desassombro de quem nasceu em África, sem remoques, que “em África, não se pode ter medo. Quem tiver medo morre”.
E é assim. De repente parece que se perde uma oportunidade. Leio o que leio na comunicação social. Pedem-me para escrever sobre empresas e empreendedorismo. E empreendedorismo é também saber assumir erros (próprios ou de terceiros) e saber cair com “graciosidade” e com indicações que “para a próxima já não se cometerão os mesmos erros”. Será?
O título do presente texto remete para uma das várias máximas de um gestor. Tentar nunca ficar dependente de um fornecedor, de um cliente ou de outrem. E quando se refere fornecedor, referimo-nos de uma forma lata a todos os que, a montante, são necessários para que os serviços prestados ou os produtos comercializados o sejam de uma forma que seja minimamente controlada pela gestão.
No passado dia 22 de janeiro estive presente na audição pública sobre o Pacto Global para as Migrações Ordenadas, Seguras e Regulares, na Assembleia da República, que organizou o evento juntamente com a Cáritas Portuguesa, e onde tive a oportunidade de ouvir realidades com que muitos dos que escolheram o nosso país para viver se defrontam.
Com início agendado para fevereiro, a pós-graduação em Recursos Humanos do ISG destina-se a licenciados e visa transmitir aos participantes a capacidade de desenvolverem uma visão global e integrada da gestão do capital humano.
Mas afinal o que é a caixa? A expressão "Think outside the box"- TOB - entrou em força nas últimas décadas para o nosso vocabulário quotidiano.
Miguel Varela afirma que o Instituto Superior de Gestão conseguiu melhorar substancialmente a sua presença no ranking da empregabilidade, uma herança já longa de uma instituição de ensino que tem meio século de existência.












