A questão não é nova. O tema menos ainda. Colocada a pergunta desta forma não se torna de resposta fácil. Goffee e Jones já pegaram nesta questão no ano 2000 numa publicação da Harvard Business Review, sempre atual. E mesmo antes disso já havia muitos tópicos relacionados quer com o tema, quer com a questão.
Para ajudar as empresas a conhecerem melhor as mudanças relacionadas com o teletrabalho nas indústrias culturais e criativas, assim como nos hábitos de consumo dos jovens adultos, a AICEP, em colaboração com o ISCTE, avaliaram as tendências nestes setores.
Duas frases emblemáticas com que vou rechear, em pensamento, este meu escrito. A primeira de Martin Luther King, Jr., que afirma que “o líder autêntico, em vez de buscar o consenso, molda-o”. A segunda, de Margaret Thatcher e bastante mais assertiva, assenta na célebre frase “o consenso é a ausência de liderança”.
Sei o quão importante é o papel do ensino na liderança. Quer em tenra idade quer, posteriormente, aquando da entrada na idade adulta e na identificação com determinados role models e professores que marcam, positiva ou negativamente, os vários estudantes. De resto, escrevi já sobre isto algumas vezes. Ou seja, sobre a correlação entre ensino, e que modelo de ensino, e a forma de trabalhar lideranças.
Haverá muitas mais razões que apenas sete para se dar mal ao não apostar em formação. Mas sete são críticas e farão diferença face ao futuro que se aproxima.
Nova SBE, CATÓLICA-LISBON, ISCTE Business School e Porto Business School são as escolas de negócios portuguesas que integram o ranking do Financial Times 2019.
O ISCTE, em Lisboa, vai acolher dois dias de mentoria e partilha de experiências e conhecimento de profissionais sobre uma das maiores tendências do momento: o trabalho remoto. O Remote Shift decorre nos dias 26 e 27 de outubro e os bilhetes já estão à venda.










