A sexta edição do IoT Challenge, o evento tecnológico da Altice Empresas, desafia as start-ups e empresas portuguesas a apresentarem soluções IoT com base nas conetividades do futuro. As candidaturas estão abertas até ao 27 de junho.
2021 será, no entender da Dynabook, o ano em que se concretizam muitas das tendências que estão há vários anos a dar os primeiros passos, como a dedicação à computação edge, o recurso ao IoT no setor da saúde e a adoção de soluções automatizadas.
Com 2020 a caminhar para o final, começam a antecipar-se tendências para o novo ano e a área da Internet of Things (IoT) não escapa a essa análise. A Forbes antecipa cinco tendências.
As start-ups selecionadas apresentaram projetos nas áreas das nanopartículas, IoT, degradação de plástico e produção de eteno a partir de CO2 e preparam-se para receber até 120 mil euros durante um ano, acesso a uma equipa de mentores e para testar os seus protótipos.
Quatro em cada cinco empresas consideram a Internet of Things (IoT) fundamental para manter atividade durante a pandemia. Quem o diz é o Relatório IoT Spotlight 2020, da Vodafone Business.
Start-up espanhola especializada em tecnologias de IoT para o setor de medição de água procura fabricantes de sensores Narrowband-IoT.
Já arrancou a 5.ª edição do IoT Challenge, competição promovida pela Altice que desafia as empresas e start-ups nacionais a apresentarem soluções de Internet of Things (IoT) inovadoras e prontas a serem comercializadas. A fase de candidaturas decorre até ao próximo dia 22 de junho.
A PackIOT é global desde o primeiro dia. Da comunicação totalmente em inglês até à equipa que se encontra dividida entre o Brasil, Portugal e o Quénia, tudo nesta start-up, que quer melhorar a eficiência da indústria das embalagens, foi pensado para o mercado internacional.
No relatório de ITT Smart Roads, a Indra antecipa uma gestão de tráfego em tempo real mais segura, eficiente e respeitadora do ambiente graças à digitalização.
Iniciativa insere-se no IPCEI (Important Projects of Common European Interest) e tem como objetivo a criação de novas formas de aplicabilidade dos sensores desenvolvidos pela Bosch.
A Nowi lançou um pequeno chip que recolhe energia que pode alimentar dispositivos continuamente. A troca de baterias pode assim deixar de ser um problema.
A portuguesa Infraspeak faz parte da lista das 10 start-ups europeias mais promissoras de 2019 no domínio da Internet of Thinks.

















