Nos primeiros anos da inteligência artificial generativa (IA), as empresas preocuparam-se sobretudo em experimentar, testar ferramentas e perceber onde a tecnologia poderia ser aplicada. Agora que a IA começa a assumir tarefas concretas e a entrar efetivamente nos processos de negócio, a questão mudou. Já não basta perguntar quanto custa utilizar a IA. A pergunta decisiva é outra: que valor está a gerar para o negócio e para o cliente?
Sob o tema "IA: a era dos agentes", o Q-Day Conference 2026 apresenta algumas novidades, um painel dedicado à diáspora tecnológica e empreendedora portuguesa, o lançamento de um livro e a apresentação do Observatório Internacional Quidgest.
Nas minhas leituras matinais fiquei a pensar sobre o estudo da KFF tracking poll sobre o uso de chatbots de LLMs para questões de saúde (Fev – Mar 2026). A amostra inclui 1400 americanos.
"Temos capacidade de computação instalada e uma infraestrutura de conectividade atlântica que fazem de Portugal um ponto de entrada para operar dados e sistemas dentro da Europa", afirma Bruno Tavares, Chief Technology Officer da Devoteam Portugal.
Um estudo da BCG revela que a IA está a transformar profundamente o trabalho. 47% dos profissionais já passam mais tempo a orientar a tecnologia do que a executar tarefas, enquanto 42% dizem poupar pelo menos um dia de trabalho por semana.
O Ring One é um anel inteligente com múltiplas funcionalidades. Monitorizar indicadores de saúde e fazer pagamentos por aproximação são duas das muitas potencialidades. Está na plataforma Indiegogo para captar investimento.
A utilização de inteligência artificial no trabalho disparou em Portugal, passando de 65% em 2025 para 84% este ano. Um estudo da Cegid mostra ainda que 44% dos profissionais já recorrem à tecnologia para apoiar decisões importantes.
"Portugal ajuda-nos aqui mais do que habitualmente se reconhece e uma das razões está na base de engenharia do país. A IA aplicada a decisões de negócio é, na sua essência, um trabalho de engenharia: formular o problema, modelá-lo, construir software que corre em produção e medir o resultado", afirma Luís Guimarães, cofundador da LTPlabs.
A 1.ª edição do Programa de Capacitação Stand4Excellence é uma iniciativa orientada para o desenvolvimento de competências em áreas estratégicas para a competitividade, inovação e transformação das organizações.
Nos últimos meses, o debate sobre a possibilidade de estarmos em uma bolha de inteligência artificial intensificou-se. Embora circulem muitos equívocos e interpretações distorcidas de dados, há argumentos sólidos e convincentes em ambos os lados.
A operação europeia conta atualmente com cerca de 20 profissionais e deverá crescer com a contratação de mais 10 até ao final do ano. A empresa quer continuar a apoiar as PME portuguesas na adoção de tecnologias cloud e IA.
Um novo estudo publicado pela Harvard Business Review (HBR) mostra que adoção de inteligência artificial (IA) pelas empresas está a sobrecarregar, sobretudo, o trabalho dos gestores intermédios que têm de filtrar os erros da IA.
















