Para a fundadora e CEO da Rede do Empresário, "o crescimento acontece quando existem pessoas dispostas a colaborar, a partilhar conhecimento, a abrir portas e a construir valor em conjunto". Teresa Esteban partilha a sua visão para esta comunidade empresarial, que nunca procurou ser a maior do país, mas sim a mais relevante.
O Reino Unido continua a liderar o ranking das start-ups da Europa no Global Startup Ecosystem Index 2026. Tem o dobro da pontuação da Suécia, que ficou em 2.º lugar.
No ecossistema das start-ups, a velocidade é frequentemente elevada ao estatuto de divindade. O mantra “move fast and break things” dominou Silicon Valley durante décadas, mas, quando transpomos esta lógica para a Saúde Digital e para as MedTechs, batemos de frente com um muro intransponível: a segurança do doente e o rigor regulatório.
A Portugal's Entrepreneurial Ecosystem Mapping Platform é um novo projeto da Startup Portugal. O objetivo é mapear o ecossistema empreendedor nacional, juntando informação sobre os diferentes players do setor.
O ecossistema brasileiro de start-ups atravessa 2026 com uma identidade que os veteranos do setor já consolidaram em palavras simples: retomada com filtro.
Entrevista/ “Um ecossistema só ganha relevância quando liga diferentes tipos de players com objetivos complementares”
"Quando juntamos empresas que trabalham no mesmo setor, criamos contexto para discussão técnica, partilha de desafios comuns e aceleração da inovação em problemas específicos", afirma Miguel Ricardo, General Manager do SITIO.
Nos bastidores da saúde digital, um novo elenco de protagonistas emergiu com força: as Big Techs. Empresas como OpenAI, Anthropic, Google e Amazon deixaram claro que não querem ficar de fora do “El Dorado” da tecnologia em saúde.
O ecossistema brasileiro de start-ups começou 2026 consolidando uma mudança estrutural iniciada nos últimos dois anos: menos euforia, mais disciplina.
O ecossistema brasileiro de start-ups iniciou 2026 num patamar de maturidade inédito. O "inverno de financiamentos" forjou empresas mais enxutas e investidores mais exigentes.
O futuro do trabalho está no centro do debate da Gestão, a nível global. Se as competências-chave destes novos tempos (soft-skills, digitais e outras) e as novas culturas desejadas (foco na agilidade e na colaboração) ocupam uma boa parte destas discussões, existe outra importante questão, que tem passado mais discreta em fóruns empresariais: o design das organizações e respectivas “estruturas” do futuro.
Nos últimos anos, o ecossistema empreendedor em Portugal tem ganho uma nova vitalidade. De Norte a Sul, surgem ideias transformadoras que desafiam modelos de negócio tradicionais e apostam em soluções digitais para responder a problemas reais.
O cenário tecnológico europeu tem registado um aumento significativo de unicórnios. No primeiro trimestre deste ano foram seis as start-ups que alcançarem esse estatuto, revela o relatório da Vestbee.














