Durante décadas, a liderança corporativa foi muitas vezes romantizada como a figura no topo, aquele ou aquela que detém as respostas, toma as decisões e controla as rédeas de uma organização.
Num ecossistema digital em que a informação circula à velocidade de um clique, a autenticidade tornou-se um valor estratégico para as organizações em geral, empresas e respetivas marcas.
Setembro foi, para muitos de nós, um ponto de viragem. Depois da pausa de verão, regressámos com energia renovada e uma sensação de recomeço — quase como um “segundo janeiro”.
“A dor e o desconforto fazem parte do processo. Ultrapassa a dor e encontrarás o teu verdadeiro eu!” O monitor — meio sargento, meio profeta de calções de licra — gritava algo parecido com isto enquanto eu tentava apanhar o ar que me escapava.
Estava eu em S. Paulo, no Brasil, a trabalhar e saudoso da comida portuguesa, quando me levaram, segundo os meus colegas de lá, ao melhor restaurante português da cidade. Seduzido pelo menu muito português, decidi-me por um Bacalhau à Brás que eu tanto gosto e que o empregado referiu como sendo uma das especialidades da casa.
O empresário, administrador e investidor David Dodson apresenta uma discussão prática sobre as cinco competências de que todos os grandes líderes necessitam para obter resultados extraordinários nos negócios.
O Vila Vita Biergarten, em Porches, volta a receber o Oktoberfest, recriando toda a autenticidade da mais famosa festa da cerveja, com música ao vivo, pratos típicos da Baviera e a icónica weissbier da Erdinger.
“O que queres ser quando fores grande?”. Desde tenra idade, somos desafiados a pensar sobre o nosso propósito profissional, no mesmo “pacote” de “como te chamas?” e “quantos anos tens?”.
Alfred Chandler, economista e professor em Harvard, sentenciou há umas décadas que “unless structure follows strategy, inefficiency results”. Henry Mintzberg, estudioso da gestão, que já decretou há um tempo a obsolescência do planeamento estratégico, reforçou com a citação que dá título a esta reflexão.
Há uns anos, falar de automação era sinónimo de scripts, fluxos e regras rígidas para tarefas repetitivas. O objetivo era garantir previsibilidade e eficiência, mantendo sempre as decisões mais importantes nas mãos das pessoas.
Nos últimos anos, a saúde digital passou de promessa longínqua a realidade tangível. Start-ups surgem com soluções para doenças crónicas, saúde mental, ou gestão terapêutica personalizada.
Estamos a assistir ao nascimento de uma nova geração de empresas. PME que não apenas utilizam inteligência artificial, elas nascem com ela no seu ADN.

















