A crise sanitária que o mundo enfrenta catapultou a importância e as funções do Estado, não só nos apoios sociais, mas sobretudo no equilíbrio financeiro do sistema económico.
Manequins, cortinas ou bonecos insufláveis são alguns exemplos da criatividade que os restaurantes estão a usar para manter a segurança entre os clientes.
O centro designa-se PROSPER e o primeiro estudo é sobre “Quem arcará com os custos da crise Covid-19? Análise de empregos em risco em Portugal”.
Muito se tem falado de privacidade, agora que são cada vez mais as organizações que preparam o regresso dos colaboradores às instalações, das quais estes saíram, migrando para teletrabalho, quase de um dia para o outro, e num momento em que muitos negócios estão a (re) abrir as portas que encerraram há mais de dois meses.
A Aliados Consulting e a FES Agency acabam de lançar as principais conclusões do segundo estudo sobre o impacto da pandemia no ecossistema de empreendedorismo nacional.
“Covid-19: The Day After Survey” analisa o impacto da pandemia nas estratégias de marketing e comunicação das empresas. 94,4% confirmaram ter sido afetadas.
Aproveitei o dia 1 de maio (apesar da COVID ainda foi Dia do Trabalhador em muitos países do Mundo) e escrevi no Google Trends a palavra que todos dizemos e teclamos no computador várias vezes ao dia nos tempos que correm: CORONAVÍRUS.
As empresas, salvo raras exceções, vão passar por muitas dificuldades. Os seus colaboradores também. Esperar que haja ventiladores de negócio milagrosos só pode ser perigoso. E a alternativa não pode ser esperar pela visão cintilante do líder. Como na pandemia, a solução passa por todos trabalharem em conjunto.
A start-up portuense desenvolveu uma tecnologia de rastreamento de contacto do novo coronavírus.
O projeto é da Feralbyte em parceria com investigadores do Centro de Investigação em Ciências Geo-Espaciais e vai monitorizar a oferta de bens essenciais nas superfícies comerciais.














