No final do século passado trabalhar na área do protocolo não exigia conhecimentos informáticos. A primeira vez que fui convidada para fazer uma conferência no Instituto Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 1999, não lembraria a ninguém enviar convites por correio eletrónico.
A poucos dias da 4.ª edição do BOOST, evento internacional que vai debater o turismo no próximo dia 16, em Lisboa, traçamos o perfil do setor, no mercado nacional e internacional, analisamos o peso da atividade na economia e algumas das tendências que se perspetivam. Inovação tecnológica e sustentabilidade marcam o futuro.
Cerca de dois em cada três portugueses que participaram no recente estudo “Consumer Sentiment Survey 2025”, afirmam que já estão a utilizar ferramentas de Inteligência Artificial (IA) pelo menos uma vez por mês.
Um novo estudo da Microsoft mostra que os utilizadores recorrem cada vez mais ao Copilot para pedir conselhos pessoais, sobretudo nas áreas da saúde, das relações e da vida profissional. A análise, baseada em milhões de conversas anonimizadas, revela ainda que a perceção do chatbot muda consoante o dispositivo.
Com uma dotação de 2 mil milhões de euros, para áreas como inovação e sustentabilidade, os concursos agora anunciados serão lançados até abril deste ano.
Neste artigo de início de ano de 2026, decidi escrever sobre um “elefante da sala” que está a engordar muito rapidamente, mas há muitas pessoas e organizações que estão em negação.
“Liga Portuguesa Contra o Cancro” e “Patinhas sem Lar” foram duas das 23 organizações apoiadas pela tecnológica. Ao longo do ano, as ações de voluntariado e solidariedade contaram com o envolvimento de mais de 140 colaboradores.
Em causa está a nova plataforma de integração low-code/no-code alimentada por Inteligência Artificial Generativa (GenAI).
Vivemos, desde o início do século XXI, num contexto de transformação estrutural profunda. O que durante décadas foi percecionado como estável, crescimento económico contínuo, mobilidade global crescente, previsibilidade política, deu lugar a um cenário marcado pela incerteza.
O Barómetro de Conjuntura Económica da CIP e do ISEG confirma o dinamismo da economia no final do ano e antecipa, para 2026, uma melhoria da competitividade dos bens e serviços nacionais, sustentada pela recuperação das exportações e pela moderação das importações.
Apesar do enquadramento legal, o assédio laboral continua a ser uma realidade preocupante em Portugal. Para ajudar as empresas a prevenir e atuar de forma eficaz, a Dantas Rodrigues & Associados integra no seu plano anual uma formação especializada sobre o tema.
Portugal gosta de se ver como um país institucionalmente estável, europeu, previsível. Mas por baixo dessa superfície existe um padrão persistente: decisões públicas estruturais que demoram décadas, soluções que chegam tarde, caras ou tecnicamente amputadas, e um Estado que, mesmo quando quer mandar, parece pedir licença.

















