A opinião de um investidor e fundador de start-ups europeias com mais de 20 anos de experiência na área tecnológica sobre regulação.
A vida parece um conto de fadas. Já todos dissemos ou ouvimos esta frase, referindo-se a pessoas que nos parecem ter uma vida maravilhosa, sem problemas e onde tudo corre bem.
Convidámos o Parque de Ciência e Tecnologia “Brigantia-EcoPark” a eleger a start-up deste mês. A eleita foi a Techwelf que desenvolveu uma tecnologia e um aparelho que, de forma autónoma, adapta os sistemas de aquecimento das casas ao gosto de quem lá vive, sem esquecer as preocupações com a poupança energética.
O Estoril Office Center foi remodelado recentemente e, a partir de maio, encontra-se disponível para hospedar novas empresas. O novo espaço disponibiliza acesso a uma zona de coworking ou a escritórios privados.
O conceito de data science remete-nos para um mundo diferente onde algoritmos brilhantemente desenhados tiram partido dos dados disponíveis para suportar, ou mesmo tomar decisões que outrora eram consideradas impossíveis de automatizar.
A Google descobriu que as equipas remotas são tão produtivas e eficazes quanto as equipas que trabalham no mesmo espaço. No entanto, é preciso fazer alguns ajustes. Saiba quais.
O jornal Expresso publicou há poucos dias um artigo sobre o facto da IBM ter desenvolvido um algoritmo que permite prever com 95% de exatidão a probabilidade de um colaborador deixar a empresa.
A responsável pelos recursos humanos e logística da Cofidis analisa o impacto que a comunicação tem na vida da empresa e quais os atributos que fizeram com que esta voltasse a ser distinguida como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal.
Estiveram em avaliação projetos das áreas de empreendedorismo social, mobilidade, tecnologia, comunicação e sustentabilidade. 21 foram escolhidos para ir à final. Os vencedores serão conhecidos no dia 8 de junho.
Confira os resultados do Global Talent Trends 2019, o estudo global de recursos humanos efetuado pela consultora Mercer.
As atividades desenvolvidas no âmbito do Plano de Formação da sua organização contribuem de forma efetiva e significativa para a melhoria do desempenho dos seus colaboradores no local de trabalho? Que dificuldades têm os seus colaboradores em aplicar a aprendizagem no contexto real de trabalho? Que níveis de retorno obtém destes investimentos? Se for possível envolver as chefias no processo de aprendizagem e, simultaneamente, ter percursos personalizáveis, que apoiam e incentivam a transferência da aprendizagem para o contexto de trabalho, isso aumenta o retorno do investimento e melhora os resultados da sua organização?











