Agora que termino o mandato de Presidente do GRACE, depois de sete anos nos órgãos sociais, escolho como tema desta minha última colaboração a saída.
Empresas e Start-Ups
A start-up portuguesa Twevo, que desenvolveu uma tecnologia que permite comunicar com drones, ficou em quinto lugar entre as mais de 650 candidaturas ao SME Instrument, a ferramenta financeira do Horizon 2020.
As empresas e empresários continuam a apostar em projetos de inovação produtiva, de qualificação, internacionalização, investigação e desenvolvimento tecnológico.
Olhar para além das fronteiras geográficas é cada vez mais uma estratégia seguida pelas empresas que querem crescer e ganhar dimensão global.
Na sequência das catástrofes que ocorreram este ano no centro do país, associadas ao flagelo dos incêndios, a questão do desenvolvimento económico dessas regiões passou a estar no topo da agenda dos decisores políticos.
Ao reconhecer a importância do empreendedorismo para o desenvolvimento económico e social, são muitos os agentes económicos e os próprios Governos que têm procurado fomentar a criação de novos negócios, um pouco por toda a Europa e Estados Unidos.
A diversidade cultural representa um desafio nas sociedades e nas empresas. De algum modo, se poderá dizer que desde sempre.
Porque é que as pessoas querem trabalhar e viver em Portugal? Talvez o estilo de vida português seja a matéria-prima preciosa que pode tornar-se a base do crescimento da economia.
A ROPAR confunde-se com a Arcopedico, a marca de calçado que representa a empresa em mais de 40 países. Elio Paroli, diretor executivo, fala do percurso que esta empresa familiar traçou nas últimas décadas.
As Startup Stars de 2017 já foram reveladas. A Startup Europe Partnership (SEP) divulgou os nomes das empresas que mais dinamizaram o sector na Europa.
Quando chega a altura de conversar com os investidores, a qualidade da equipa é decisiva. Porque, por muito boa que seja a ideia e o conceito em causa, se a capacidade de execução falhar, dificilmente irá conseguir captar investidores.
Com a Expo 98 em Lisboa, que não visitei por estar a trabalhar nesse verão, surgiram um pouco por todo o país vários locais de exposições cuja designação começava por "Expo....", parques de exibições de empresas, uns privados outros de gestão pública, mais ou menos temporários, mas o certo é que a moda pegou.












