Num mundo dominado por tecnologia, disrupção e incerteza, as competências humanas tornaram-se o novo diferencial: difíceis de ensinar, impossíveis de automatizar e cada vez mais valiosas.
Empresas e Start-Ups
Vivemos num momento estranho no mundo. Estranho porque nunca tivemos tanta informação, tanta tecnologia, tanta ligação. Nunca foi tão fácil falar com alguém do outro lado do planeta. Nunca foi tão simples aceder a conhecimento, opiniões, causas, histórias.
Enquanto gestores e líderes gerimos com foco em objetivos, em acrescentar valor e fazer crescer as organizações. “Não tiramos os olhos da bola”. Mas será que fazemos o mesmo com as nossas carreiras?
Ano Novo, vida nova? Vamos ver… O certo é que, para as empresas portuguesas e para a economia nacional, 2025 foi um período marcado por ajustamentos necessários e 2026 começa prometendo manter alguma turbulência global.
Entrevista/ “Ao permitir que os colaboradores participem no capital, reforça-se uma visão meritocrática”
"Quando as pessoas sentem que participam efetivamente no valor que estão a ajudar a criar, o nível de compromisso, responsabilidade e foco no longo prazo muda de forma significativa", sublinha Maria Villas-Boas, partner e Head of Operations & Business Development na Draycott.
Durante a maior parte da minha carreira como empreendedora, nunca esperei sentir-me pronta. Se tivesse esperado, não teria criado empresas. Não teria entrado em territórios novos. Não teria tomado decisões relevantes com informação incompleta.
Nos tempos actuais, é legítimo duvidar que ainda existam leitores capazes de se dar ao luxo de ler este texto até ao fim, rodeados como estamos pela omnipresença do chamado “texto fácil”.
“O desafio da liderança é ser forte, mas não rude; ser gentil, mas não fraco; ser ousado, mas não um valentão; ser atencioso, mas não preguiçoso; ser humilde, mas não tímido; ser orgulhoso, mas não arrogante; ter humor, mas sem loucura”, Jim Rohn.
A frase é provocadora, mas descreve bem o que acontece quando pessoas com potencial ficam demasiado tempo em contextos que não sabem, não querem ou não conseguem fazê-las crescer.
Porque a sustentabilidade passou a ser uma questão de governação. O ano de 2026 abre num contexto que desafia muitas das práticas empresariais.
Uma análise sobre a transição da IA da experimentação para o impacto real. À medida que entramos em 2026, a inteligência artificial deixa de ser uma promessa técnica para se tornar a infraestrutura invisível, mas omnipresente, da nossa civilização.
Nos últimos 15 anos tenho participado ativamente na configuração e implementação de programas de filantropia em grandes instituições públicas que sonham alto e procuram apoio para concretizar as suas missões.












