No ecossistema tecnológico europeu, temos um problema na Série B — e não é de agora. Somos excelentes a lançar start-ups com financiamento Seed, mas muitas têm dificuldade em manter a velocidade necessária para se tornarem líderes globais. Existem muitas razões para isso, mas, do ponto de vista das relações públicas, o elemento em falta é frequentemente uma arquitetura de credibilidade.
Empresas e Start-Ups
Há uma empresa de componentes metálicos em Braga. Fundada em 1987. O fundador tem 71 anos. Os dois filhos trabalham na empresa, mas nenhum quer ficar com ela. O pai sabe. Os filhos sabem. Nunca falaram sobre isso.
Durante anos, as empresas acreditaram que o grande desafio da gestão era conseguir mais dados. Hoje, a realidade é diferente. A maioria das organizações já vive rodeada de informação.
Prometeram-nos, finalmente, o gestor perfeito. Racional, incansável, imune aos enviesamentos, às simpatias e às emoções que sempre atrapalharam a nobre arte de lidar com pessoas. A inteligência artificial chegou para nos livrar do que havia de mais incómodo na gestão: o humano que a pratica.
Entrevista/ “Muitas decisões financeiras continuam a ser tomadas tarde, apenas quando surge pressão”
"Muitas pessoas chegam até nós porque sentem que trabalham, poupam, pagam créditos e seguros, mas não têm uma visão clara do conjunto", afirma José Gonçalves, diretor-geral da SafeBrok Portugal, que considera que "os portugueses estão mais atentos, mas ainda muito condicionados por uma gestão reativa".
O mês de junho, em que se celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, constituiu um momento relevante para refletir sobre a evolução do acesso a direitos fundamentais na sociedade atual.
Nos últimos anos, muito se tem falado sobre a habitação em Portugal. Fala-se de preços, de acesso ao crédito, de construção, de investimento e de políticas públicas.
"Existe uma consciência cada vez maior de que as competências digitais são essenciais para a empregabilidade e para a progressão profissional", assegura Telma Gonçalves, Program and Community Manager do Descodifica-te, um programa de formação digital exclusivamente para mulheres.
No ecossistema das start-ups, a velocidade é frequentemente elevada ao estatuto de divindade. O mantra “move fast and break things” dominou Silicon Valley durante décadas, mas, quando transpomos esta lógica para a Saúde Digital e para as MedTechs, batemos de frente com um muro intransponível: a segurança do doente e o rigor regulatório.
A experiência profissional em diversas geografias ensinou-me que num contexto global, a competência técnica é apenas o ponto de partida. A eficácia depende também da capacidade de compreendermos e nos adaptarmos a diferentes realidades organizacionais e culturais.
Durante décadas, a acessibilidade digital foi tratada como um custo de compliance. Uma obrigação legal ou um mero requisito para evitar sanções, raramente como uma oportunidade para desenhar melhores produtos.
Em finais de 2025, a Índia tinha reconhecidas 159,000 start-ups, quando em 2016, mal teria 500. E nessas 159.000 havia 135 unicórnios, empresas cujo valor era avaliado em mais de 1.000 milhões de dólares. A valoração conjunta dos 135 unicórnios era de cerca de 350.000 milhões de dólares.












