No mundo do empreendedorismo é fácil culpar fatores externos. O mercado que não respondeu. O investidor que recusou. A equipa que falhou. O cliente que desapareceu. É sempre mais fácil apontar o dedo para fora.
Instalada em Creta, a start-up grega é especializada em tecnologias de defesa e desenvolve soluções para inspeção, monitorização e segurança. Procura investidores ou parceiros estratégicos.
Start-up portuguesa lança plataforma que agrega mais de 2.400 vagas em start-ups com financiamento de capital de risco.
Este mês desafiámos o Centro de Transferência de Tecnologia e Valorização do Conhecimento da Universidade de Lisboa (TTC@ULisboa) a eleger a start-up do mês. A escolha recaiu na Datatekin que ajuda empresas orientadas por dados a crescer com estratégias de analytics digital.
A empresa da UPTEC está a desenvolver embarcações capazes de transportar centenas de passageiros utilizando 80% menos energia que um barco a diesel.
A Brainr é uma start-up que oferece um software que pode mudar a gestão de uma fábrica de produção alimentar. Atualmente gere mais de 25% de toda a produção de carne em Portugal.
Este mês desafiámos o NEST - Centro de Inovação do Turismo a eleger a start-up do mês. A escolha recaiu na Noytrall que quer ajudar os hotéis a monitorizar e a otimizar a gestão da água e da energia de forma sustentável. A start-up de Coimbra foi selecionada para integrar o projeto europeu de inovação em turismo sustentável ST3ER.
Não te iludas. Há sempre quem esteja a observar, à distância, à espera do teu fracasso. Não é inveja. Não é ódio. É simplesmente o comportamento humano de quem nunca teve coragem para arriscar.
Este mês desafiámos o Nonagon - Parque de Ciência e Tecnologia de São Miguel a eleger a start-up do mês. A escolha recaiu na Atlantic Infinity, que aposta em soluções tecnológicas de vanguarda que combinam realidade virtual, realidade aumentada e inteligência artificial.
Smash é a aplicação criada pela start-up da cantora norte-americana e facilita a criação de contratos justos no meio artístico.
A start-up norte-americana desenvolveu uma plataforma de IA que ajuda as marcas de consumo e retalhistas a redefinir a sua abordagem omnicanal.
Começar uma start-up num setor tradicional já é desafiador. Fazer isso num setor novo, ainda em construção - como o das criptomoedas - exige não apenas coragem, mas convicção. Convicção de que vale a pena enfrentar a ausência de regras claras, a desconfiança do mercado e os altos riscos operacionais. Essa foi a realidade que vivi nos últimos anos.

















