As listas de candidatos que uma empresa apresenta aos seus clientes devem refletir o mundo real e a sua diversidade. Podemos trabalhar para este objetivo centrando-nos na personalidade e comportamentos com potencial futuro dos profissionais, além das competências técnicas requeridas para a função. Deste modo, cria-se maior flexibilidade de mercado, aumenta-se a mobilidade dos candidatos e contribui-se para tornar os locais de trabalho mais representativos.
Confira quatro barreiras que podem estar a debilitar o seu talento e a impedi-lo de atingir o potencial máximo.
Nada é permanente a não ser a própria mudança, já dizia Heráclito de Éfeso (há muito muito tempo, por volta de 500 a.C.). Tudo flui, nada persiste. A não ser, talvez, algumas mentalidades rígidas (“sempre fiz assim”) que ainda se encontram neste belo país “à beira mar plantado” (fica o pensamento crítico).
Fique a conhecer as dez competências mais procuradas pelo mercado de trabalho em 2019.
A valorização dos recursos humanos é um dos maiores desafios, se não o maior, que a atividade do turismo tem pela frente nos próximos anos. E é um desafio que deve obrigatoriamente ser ganho, se o país pretender manter-se competitivo numa área cada vez mais exigente.
Um dos temas que neste momento alimenta mais discussões e conversas são as competências fundamentais a desenvolver para ter sucesso num futuro em que máquinas e homens vão conviver.
Nem só de capacidades técnicas se faz um bom profissional. As soft skills ganham cada vez mais espaço.












