Vivemos uma época de grandes incertezas, de alguns medos, sem um “benchmark” claro e nada acessível. Previsões com grandes margens de erro invadem-nos diariamente e não ajudam a decifrar a solução para este furacão social e económico que nos atinge em 2020.
A parceria entre as duas empresas pretende identificar e desenvolver soluções inovadoras para responder a novas necessidades dos utilizadores. As start-ups podem inscrever-se até 20 de julho.
Um inquérito da Deloitte revela que 59% dos CFO’s inquiridos estão menos otimistas em relação ao resultado financeiro das suas empresas.
A nossa diáspora é um dos principais ativos nacionais. De facto, Portugal é hoje um pequeno estado-nação no canto ocidental da Europa mas, fruto das vicissitudes da nossa história, somos bem mais (e bem maiores) do que isso.
Se há algo que aprendemos com esta situação, é que é nas piores alturas que se vê uma nação. A celeridade com que vários projetos foram criados, desde o SOSVizinho, o Tech4COVID19, entre outros, mostrou-nos que um país não se faz pelos seus governantes, mas sim pelos seus cidadãos.
A Tech5 escolheu cinco projetos portugueses para integrarem a competição deste ano. Os vencedores serão divulgados em junho, em Amesterdão.
A organização europeia EIT Health analisou o potencial do digital aplicado à saúde em Portugal. As conclusões resultaram do fórum europeu EIT Health Think Tank.
São 14 as start-ups nacionais a concorrer para um Global Startup Awards. Estão em votação projetos de sete países.
As duas entidades firmaram um protocolo para colaborarem na promoção do país como potencial destino de investimento empresarial.
A plataforma online de moda de luxo Farfetch, o fornecedor de software Outsystems e o contact center na cloud Talkdesk ajudaram a colocar Portugal na rota da tecnologia e inovação mundial nos últimos anos.
O programa da Repsol Impacto Social destina-se a start-ups portuguesas e espanholas. As inscrições decorrem até 15 de dezembro
A Invillia, que conta com mais de 500 colaboradores, abriu escritório em Lisboa e até final de 2020 prevê que 20% da sua comunidade de talentos seja portuguesa. Além de Portugal, constituem mercados prioritários para a empresa a Alemanha, França, Holanda, Reino Unido, e os EUA, num investimento que ascende a 4 milhões de euros nos próximos anos.
















