O meu artigo deste mês é uma reflexão sobre uma das lições mais importantes que aprendi com o meu filho: que vale a pena trabalhar em "modo pesadelo".
Dia 8 foi o Dia da Mulher. O Dia da Mulher é um dia que me deixa contente porque é um dia em que se festejam muitas conquistas difíceis: o direito ao voto, o direito ao trabalho e o direito à propriedade (o site "School of Feminism" tem uma série de posters com uma lista de grandes e pequenas conquistas).
Políticos, gurus de motivação, ‘coaches’ e bloggers - todos nos mandam sair da nossa zona de conforto. Eu acho isso muito bem.
Às vezes fico triste quando estou a escrever. Parte da minha investigação é sobre como é que as pessoas usam os números para melhorar a sua imagem lá na empresa. Os meus dados mostram que funciona. Que é uma boa ideia fazer de conta que se é melhor do que o trabalho que fazemos e dos resultados que obtemos. A investigação sobre a utilização de redes sociais para auto-promoção diz a mesma coisa.
Entrevista/ “Solitário” à hora do jantar
Uma das contradições mais deliciosas que vi nas empresas são as listas de tarefas completas que as pessoas tem na mesa ao fim do dia enquanto estão a jogar ‘solitário’ no computador.
O departamento de vendas que eu estudei durante o meu doutoramento era um poço de malandrice. Desde o princípio que os chefes dos 100 vendedores que lá trabalharam passavam o dia a arranjar novas maneiras inflacionar os números das vendas, em vez de tentarem ajudar os vendedores a vender mais e melhor.
Quando era adolescente, vi um filme que me deixou a pensar se devia ter mesmo ido para a área de economia e gestão no liceu. Era um filme com o Dany de Vito. O título original era “Other People's Money.”
No dia 6 de julho apresentei um livro sobre como dizer ‘não’. Quero aproveitar para falar dos ‘nãos’ que ouvimos, que são tão importantes como os nãos que dizemos.
Em abril de 2008, o João Vieira da Cunha publicou um artigo** com o título “Terror ao Pequeno-Almoço”. Nessa crónica, o João contava como um diretor de vendas tinha o hábito de tomar o pequeno-almoço todas as quartas-feiras com os oito chefes de equipa do seu departamento.
Só nos Estados Unidos, a indústria da auto-ajuda vende quase 10 billiões de dólares. Vai crescer acima dos 13 biliões de dólares até 2022. O problema é que os livros, os gurus e os "coaches" estão a tomar conta das tarefas de liderança que os gestores se recusam a fazer.
Cada um de nós tem uma “voz” de liderança. Para as pessoas que cada um de nós lidera, essa voz soa bem alto. Mas às vezes nós não ouvimos a nossa própria voz enquanto líderes porque estamos mais focados no tipo de líderes que queremos ser e não no tipo de líder que somos.
Uma das citações do Facebook que me deixa mais triste é a do peixe e da árvore. Há várias versões. A ideia é que, se um peixe for avaliado pela sua capacidade de trepar uma árvore, vai sempre ser um fracasso. Por isso, devemos avaliar o peixe apenas por aquilo que o peixe faz bem: nadar.









