Nos últimos meses, a inteligência artificial (IA) estabeleceu-se como um motor essencial na transformação dos negócios, impactando profundamente setores como saúde, finanças, energia e retalho.
À medida que o ambiente digital continua se expandindo, a necessidade de proteção robusta nunca foi tão crítica. Empresas e governos ao redor do mundo estão a intensificar os seus esforços para proteger informações sensíveis, criando inúmeras oportunidades no setor de cibersegurança.
O LegoGPT foi desenvolvido por uma equipa de cientistas da Universidade Carnegie Mellon e permite criar designs Lego a partir de comandos de texto.
Empreender na área da saúde exige enfrentar barreiras como custos elevados, burocracia regulatória e longos tempos de desenvolvimento. No entanto, os modelos de linguagem de grande escala (LLMs), como o GPT-4, Gemini, etc., estão a transformar este cenário, permitindo que start-ups e inovadores reduzam custos e acelerem a criação de dispositivos médicos.
A plataforma AstoLab oferece um ecossistema para empresas que pretendem desenvolver e validar soluções baseadas em IA.
Empresas líderes em IA destinam 80% dos investimentos nesta tecnologia à reformulação de funções essenciais e à criação de novas ofertas, gerando um ROI 2,1 vezes maior do que as concorrentes, diz novo estudo.
A Starkdata, start-up portuguesa de analítica preditiva com recurso a IA, foi escolhida para apresentar a sua plataforma de Enterprise AI num evento do governo norte-americano.
Londres, Telavive e Paris ocupam os três primeiros lugares da lista dos principais ecossistemas de IA na Europa, Oriente Médio e África, no relatório apresentado pela StartupBlink.
Num mundo cada vez mais digitalizado e competitivo, os consumidores exigem experiências cada vez mais relevantes, fluidas e personalizadas. De facto, diversos estudos evidenciam que a grande maioria dos clientes, independentemente da faixa geracional ou económica, esperam interações adaptadas às suas preferências, pelo que a frustração aumenta quando tal não acontece.
Uma equipa de investigadores da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, testou a inteligência artificial em funções do mundo corporativo e mostra que esta ainda não está pronta para assumir o trabalho dos humanos.
A inteligência artificial e outras tecnologias digitais emergentes estão a contribuir para melhorar a saúde e a segurança no trabalho, bem como para promover a eficiência dos trabalhadores, conclui novo relatório da OIT, que alerta também para os possíveis riscos.
A IA está a transformar o mundo do trabalho, tornando-se numa prioridade estratégica para muitas organizações. Para apoiar as empresas neste caminho, a Cegoc lançou um guia prático que apresenta a formação como um elemento-chave.
















