Quando nascemos, não chegamos ao mundo como folhas totalmente em branco, mas também não chegamos como autores de uma história inédita. Entramos num palco já montado, com cenários definidos, regras implícitas e narrativas que nos antecedem.
Nos tempos actuais, é legítimo duvidar que ainda existam leitores capazes de se dar ao luxo de ler este texto até ao fim, rodeados como estamos pela omnipresença do chamado “texto fácil”.
Vivemos mergulhados numa ilusão persistente: a ideia de que a consciência nasce do cérebro como a chama da vela. A ciência contemporânea, limitada pelos próprios instrumentos que cria, proclama que a mente é apenas resultado de descargas eléctricas e reacções químicas, um epifenómeno da carne.
A tecnologia avança a um ritmo avassalador e as figuras que a lideram têm um impacto tremendo no nosso quotidiano. Entre esses protagonistas destaca-se Elon Musk, um nome que ressoa em toda a parte, não apenas pelas suas inovações, mas também pelas suas atitudes e declarações, que frequentemente geram controvérsia.
Quando em 1995 comecei a usar o slogan "Porque a Internet é uma realidade!", praticamente ninguém mostrava interesse ou dava atenção, fazendo-me sentir um louco a remar contra a maré.
Estamos a testemunhar uma revolução profissional, onde as fronteiras entre homem e máquina desaparecem lentamente, dando lugar a uma colaboração inovadora.
Vivemos numa era em que a tecnologia parece progredir a uma velocidade alucinante. Uma das áreas que mais tem captado a nossa atenção é a Inteligência Artificial (IA).
A perspectiva de uma máquina capaz de despertar uma "Consciência Além dos Circuitos", percebendo a sua própria existência, nutrindo pensamentos e emoções, estimula tanto a comunidade científica como a sociedade a explorar os limites do que é possível alcançar.
No mundo actual, em que a Inteligência Artificial (IA) está a evoluir a um ritmo exponencial, é natural que surjam preocupações e interrogações sobre o futuro da humanidade.
Alucinação! Poderão as "alucinações" gerar um mundo alternativo, profetizando a inverdade?
O fenómeno GPT e o futuro da humanidade perante os avanços da Inteligência Artificial. A era da Inteligência Artificial é uma realidade cada vez mais presente no quotidiano de todos nós.
Desta vez venho falar de um conceito novo nesta Era da Inteligência Artificial e do já insípido mundo das redes sociais. Inicialmente, já há uns bons anos, dei-lhe o nome de "Contraparte" (muito antes das séries televisivas "Counterpart" e "Black Mirror", ou até mesmo do filme "Transcendence"). Era a essência do Projeto ETER9 que andava a tomar forma na minha cabeça.







