Uma das armadilhas mais perigosas para quem lidera é também uma das mais invisíveis: o ego. Não falo daquele ego saudável que nos dá confiança e energia para liderar, mas sim do ego cheio, alimentado pelo poder, pelos aplausos e, muitas vezes, pela solidão no topo.
Uma das principais competências de uma pessoa virtuosa, é a sua capacidade de reconhecer, a cada momento, que certos comportamento e atitudes próprias, e mesmo estratégias de vida, não estão a ser…virtuosas.
Num artigo recente publicado na HBR (1), Amy Gallo reporta os resultados de um estudo sobre os conflitos no trabalho, onde se assinala que “94% dos respondentes afirmam ter trabalhado com uma pessoa “tóxica” nos últimos 5 anos.
Aspiração, sucesso e fracasso. Estas são as três fases da vida que o norte-americano Ryan Holiday aborda neste livro, com a certeza de que os nossos maiores inimigos somos nós próprios.
É fácil confundir ego com confiança. Mas, na verdade, são coisas bem distintas. A forma como gerimos essa diferença é que nos torna destinados ao sucesso, ou condenados ao fracasso.
Tenho vindo a partilhar alguns artigos sobre a importância de dar e receber feedback, e como este pode ajudar a crescer, aprender e melhorar o nosso desempenho. Afinal, como sabemos se estamos a fazer bem? Dentro das metas que nos foram propostas, ou as que nos propusemos? Como sabemos, que o nosso desempenho ou atuação impacta positivamente os outros (ou não)?










